No início de 2016 o Banco Central fez uma pesquisa e constatou de acordo com especialistas que a economia do país iria ter uma queda e o cenário não seria positivo.

Em 2015 a taxa de #Inflação foi de 10,67% ao ano, uma das maiores de todos os tempos, mas as perspectivas para este ano de 2016 é que chegue a 6,93%, mas estará elevada de acordo com o patamar estabelecido pelo governo, que é de 6,5% ao ano.

Uma estimativa em dezembro de 2015 apontava que o IPCA (índice oficial da inflação) seria de 6,87% (a.a.).

O Banco Central informou ao atual ministro da fazenda, Nelson Barbosa, (através de carta) que tentará estabelecer o IPCA dentro dos parâmetros do ano passado, menos de 6,5% e tentará fazer com que o percentual da inflação alcance os 4,5% estabelecidos para 2017, em 2015 o estabelecido foi descumprido.

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Haverá uma diminuição do PIB para 2016 com retração de 2,99%, antes era de 2,95% e os cálculos estimados da queda do mesmo chegam a 14ª vez para 2017.

A diminuição do PIB em 2016 chegou a -3,73% e os índices apontam perda em dois anos subsequentes. Em 2017 se prevê a falta de crescimento de 1% para 0,86%, de acordo com os economistas.

Através do PIB se verifica o andamento da economia do Brasil, o Banco Central em dezembro fez uma previsão e constatou uma inclinação de 3,38% até o mês de setembro de 2016.

O AUMENTO DOS JUROS

Estima-se que os juros se elevem a partir da próxima semana, de acordo com o COPOM (Comitê de Política Monetária) e fiquem em torno de 14,75% a.a. Antes permaneceu equilibrado pelo período de nove anos, em torno de 14,25%. As perspectivas é que cheguem em 2016 ao percentual de 15,25% a.a.

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O Banco Central através da taxa básica de juros tentará barrar a inflação, através do aumento dos juros, pois isso faz com que se consuma menos e diminua o crédito, assim os preços acabam se controlando.

O atual relatório Focus previu uma elevação do câmbio para R$4,25, antes R$4,21, final de 2016, a perspectiva para o dólar (2017) é que passe de 4,20 para 4,23.

As estatísticas da balança comercial para 2016 são de US$35 bilhões (índice positivo) e 2017 com aumento (superávit) de US$35 bilhões.

O dinheiro do exterior que entrará no país será em torno de US$55 bilhões e em 2017 US$60 bilhões, probabilidade dos especialistas econômicos. #Crise econômica