Uma pesquisa realizada pelo IBOPE, com dois mil brasileiros, aponta que apenas 50% dos entrevistados acredita que o ano de 2016 será melhor do que o ano passado. Em 2015, o número de otimistas atingiu os 57%. Ao longo dos últimos anos, o número de pessimistas vem aumentando. A causa do baixo otimismo está relacionada com a crise econômica, ao possível impeachment, ao #Desemprego e à queda do poder de compra.

A mesma pesquisa foi realizada em 67 países. Entre os mais otimistas estão o Bangladesh, com 81% dos entrevistados, seguido pela Nigéria, com 78% e em terceiro lugar pela China, com 76%. Acredita-se que o crescimento econômico seja o responsável por esta onda, já que a economia na China continua em processo de expansão enquanto Bangladesh e Nigéria estão entre “os próximos onze”, classificação criada pelo banco de investimentos Goldman Sachs para designar o grupo de países considerados promissores para figurar entre as maiores economias mundiais.

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O Brasil passa bem longe de estar neste rol. Aliás, o Brasil esteve em semelhante lista antes de despencar do 6ª para a 32ª posição no ano de 2014, pelo índice GOA, sigla inglesa do "Atlas de Oportunidades e Crescimento" lançado pela empresa de gestão de risco Maplecroft. De acordo com a empresa, o Brasil falhou em promover reformas econômicas e estruturais, ou seja, investiu no consumo ao invés de investir no crescimento.

Aos brasileiros, resta apenas aguardar, afinal ainda há onze meses para as mudanças acontecerem. Enquanto isso, outros aspectos devem ter ao crescimento: o turismo, o Carnaval e a possível solução da crise hídrica, uma vez que os reservatórios estão se abastecendo com as chuvas abundantes. É provável que as Olimpíadas promovam alguma remota melhora, ao menos para o Rio de Janeiro, cidade sede de 2016, que atualmente passa por graves problemas relacionados à saúde pública e à segurança. Em alguns pontos da cidade, especialmente no centro, onde há várias atrações como o Museu Nacional de Belas Artes, o Teatro Municipal, centros culturais, e os famosos bares da Lapa, onde o número de roubos é bastante significativo.

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#Impeachment #Crise econômica