Com o salário mínimo de R$880,00, o trabalhador brasileiro sofre para pagar necessidades básicas como alimentação, moradia, vestuários, água, luz entre outros. Por esse motivo, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico) fez um estudo para saber qual seria o salário mínimo ideal para suprir todas as necessidades básicas do trabalhador brasileiro.

O estudo aponta que, para que o trabalhador possa ter condições básicas de sobrevivência, seria necessário que o salário mínimo fosse de R$3.518,51. Esse valor daria para pagar “alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência". A base do estudo é medida pelo INPC (infração para população de baixa renda) do último ano mais o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) dos dois anos anteriores.

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O salário mínimo teve um aumento de 92 reais (11,6%), o que levou o atual salário para R$880,00 neste ano. Porém a inflação elevada desgasta este valor, diminuindo ainda mais o poder de compra.

Todo inicio de ano, tributos como o IPTU e o IPVA, e os custos com educação, transporte e moradia, caem de uma só vez no bolso, pesando muito no orçamento familiar. O brasileiro, já cansado de tanta carga tributária e da grande desvalorização do poder de compra de seu salário, assiste atônito a esta crueldade econômica que afeta milhões de famílias.

Perspectivas negativas para 2016

As perspectivas econômicas para este ano de 2016 não são as melhores, e o mercado está reagindo negativamente, com demissões e corte de salários de funcionários. Muitas empresas estão propondo a diminuição do salário do funcionário para que o trabalhador não seja mandado embora.

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A dica, para quem não quer ficar apertado com acúmulos de contas este ano, é de economizar e esperar o melhor momento para realizar uma compra, já que em tempos de #Crise boas oportunidades de negócio sempre aparecem.

Já que o salário real não é o divulgado pelo Dieese, o brasileiro continua a se dobrar em sua luta diária pela sobrevivência, onde as desigualdades financeiras borram uma sociedade cansada de injustiça. #Desemprego #Crise econômica