O novo salário mínimo é no valor de R$ 880 e já está em vigor desde o dia primeiro de janeiro, mas os trabalhadores terão o pagamento reajustado no início do mês de fevereiro ou no final do mês de janeiro. De acordo com o Departamento Intersindical de Estudos Socioeconomicos, Dieese, esse reajuste considera o valor dos ganhos reais. Em função da #Crise econômica que o país atravessa, a classe trabalhadora esperava que o salário mínimo fosse ter um reajuste maior. Em relação ao valor do salário mínimo pago até o dia 31 de dezembro do ano passado, o reajuste foi de 11,68%, até então o valor era de R$ 788.

Para os trabalhadores das Centrais Sindicais e do Governo Federal o reajuste é através de ganho real desde o ano de 2002.

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Esse seria o maior crescimento real dos últimos 76 anos considerando a história da existência do salário mínimo.

                                                 

O preço da cesta básica e o salário mínimo

Em novembro do ano passado uma cesta básica custava em média R$ 325,69, comprometendo quase 50% do salário que era no valor de R$ 788. Agora com o reajuste o impacto da cesta básica deve ser considerado menor, mas ainda não é o suficiente para garantir os direitos constitucionais como habitação, alimentação, educação, transporte e lazer. Segundo o Dieese para garantir tudo isso o valor deveria ser de R$ 3.400.

 

Seguro desemprego é reajustado

O Seguro Desemprego é um benefício que existe desde 1990 e é para trabalhadores que foi demitido sem justa causa. A parcela mínima era no valor de R$ 788 e agora passou para R$ 880.

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O abono salário também segue o reajuste do salário mínimo. O abono é pago todo ano para os trabalhadores que ganhem mensalmente no máximo dois salários mínimos.

Para os empregados domésticos o valor da contribuição subiu de R$ 63,04 para R$ 70,40. A parte que deve ser paga pelo contratante sofreu o mesmo reajuste. Para fazer o pagamento das duas partes a pessoa deve desembolsar R$ 140,80 por mês.

Essas foram algumas mudanças em decorrência ao aumento do salário mínimo.

 

  #Finança #Crise no Brasil