No Brasil segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o índice de desemprego foi de 9% em três meses e chegou até o mês de novembro de 2015. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o mesmo resultado e os dados informaram que na sequência histórica pesquisada, foi a maior elevação de percentual já registrado.

Os levantamentos da falta de emprego começaram no ano de 2012 e a PNAD constatou a taxa de 6,5% de desempregados em 2014 e no ano de 2015 ficou em torno de 9%. O índice registrado já havia sido projetado pela AE Projeções, com estimativa feita pelos analistas em torno de 8,80% a 9,20% e apontou a média de 9,00%.

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ÍNDICES.

O ganho dos trabalhadores ficou em torno de R$1.899 (em três meses no ano de 2015) e houve uma baixa de 1,3%, em comparação a 2014. Em 2015 foram pagos R$169,9 bilhões aos operários e este levantamento de acordo com o IBGE foi considerado normal.

PESQUISA.

O IBGE realiza pesquisas de desemprego e informa os resultados estatísticos trimestralmente. Esses boletins tendem a substituir a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), pois ela se estende apenas a seis capitais do país e se finalizará em janeiro de 2016. O mesmo se aplica a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), que relata dados com referência somente ao mês de setembro de cada ano pesquisado.

DADOS DA PME.

A pesquisa que foi feita pelo IBGE através da PME mostrou uma fraca perspectiva com relação aos empregos no Brasil, com a taxa percentual de 6,9% no mês de dezembro de 2015.

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A média ficou em torno de 6,8%, mostrando um índice bem elevado em comparação ao ano de 2009.

As previsões para o ano de 2016 indicam que haverá menos ofertas de trabalho e consequentemente haverá mais pessoas sem emprego no país. Os prognósticos apontam para um índice de dois dígitos no desemprego. De acordo com Fábio Giambiagi, (Chefe do BNDE, Departamento de Gestão e Risco de Mercado) a inflação poderá ser acima de 10%, (maior que o desemprego).

Fábio realizou prognósticos em torno de 11% a 12% para a falta de trabalho e de acordo com suas estimativas este ano, os desocupados poderão chegar a 12 milhões. Índice considerado alto e alavancado pela exorbitante inflação, juros elevados, falta de confiança no mercado financeiro do país, tanto pelos consumidores e empreendedores internos e externos.

Com o mercado em baixa as vendas caem e o comércio deixa de contratar, gerando consequências drásticas como a inadimplência, a queda na indústria e demissões em massa. O #Governo precisa estabelecer ajustes e cortes em seu orçamento e realizar a tão sonhada Reforma Tributária. #Finança