A associação de consumidores Proteste revelou por meio de uma pesquisa a relação dos consumidores brasileiros com as práticas de consumo colaborativo.

De acordo com o estudo, que teve como parâmetro a opinião de 676 pessoas, a grande maioria dos pesquisados demonstrou já estar familiarizada com a modalidade de consumo: 88%; e apesar do apelo econômico, menos de 1/3 (32%) dos entrevistados afirmou ter a economia como principal atrativo para o consumo colaborativo.

As praticas colaborativas mais recorrentes nas respostas dadas à pesquisa foram aquelas relacionadas aos meios de locomoção e de hospedagem, popularizados por aplicativos como o polêmico Uber, no qual pessoas físicas oferecem serviço de táxi, e os populares Couchsurfing e Airbnb – ambos voltados à hospedagem em residências gratuitamente ou mediante pagamento.

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Entre os que afirmaram não ter participado de qualquer tipo de consumo colaborativo, mais da metade (59%) demonstrou a intenção de participar desse tipo de atividade em breve. Quanto às razões para ainda não ter aderido, essa parcela de consumidores afirmou não confiar nas outras pessoas na hora de realizar a atividade colaborativa. A desconfiança, entre outras coisas, está relacionada à falta de uma regulação específica para as transações entre pessoas físicas, a exemplo do Código de Defesa do Consumidor. Pensando nisso, a Proteste disponibilizou em seu site oficial um guia voltado à orientação daqueles que desejam aproveitar as vantagens do consumo colaborativo. #Negócios