No ano de 2015, os depósitos registrados na caderneta de poupança foram de R$ 53,56 bilhões, segundo o especialistas bancários, contudo, as saídas excederam a entrada de recursos. Para o Banco Central essa evasão foi a maior da história desde 1995.

Além de 2015 ter registrado a maior evasão em depósitos de acordo com o Banco Central (BC), neste ano de 2016, já em janeiro, o BC informou que os números não são favoráveis, e novamente as retiradas sobrepujaram os depósitos. De acordo com os especialistas do banco, esse saimento mensal, também é o maior já assentado.

Por vários motivos, a poupança brasileira segue em baixa, e cada vez o declínio é maior.

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Os brasileiros estão sofrendo com a elevação da inflação, a enorme taxa de #Juros, falta de empregos, excesso de demissões e diversos pagamentos tributários. O quadro é tão grave que os cidadãos estão em alta com endividamentos.

A Caixa Econômica Federal (CEF) define-se como um pé-de-meia para a classe mais pobre dos brasileiros, e segundo a mesma, afirma que muitos a consideram uma proteção, para quando os menos favorecidos estiverem mais velhos.

Para onde vão os recursos da Poupança?

Na lei, o dinheiro da caderneta de poupança é investido no mercado imobiliário, cerca de 70%. Assim, os bancários podem praticar juros mais baixos no custeio dos imóveis, em comparação aos empréstimos próprios. No entanto, existe a aflição de que a qualquer momento os cidadãos podem querer retirar o dinheiro do banco ao mesmo tempo, e isso poderia gerar um caos.

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Para alguns estudiosos financeiros, a poupança pode ser boa para alguns, isso dependendo das circunstâncias. Os poupadores de pequeno porte estão livres do Imposto de Renda, dessa maneira já seria uma grande vantagem.

Em nota, o Banco Central dispõe os dados de depósito, saldo e saques de 2015: na caderneta de poupança foram R$1,90 trilhões de entrada para depósitos; já as saídas, o valor ultrapassa as entradas, ficando em R$ 1,96 trilhões em saques; e os proventos depositados nas contas dos poupadores somam R$ 47,43 bilhões em rendimentos. #Finança #Crise econômica