O país passa por uma extrema crise econômica, que se reflete automaticamente nas avaliações das agências de risco do mundo inteiro. A terceira delas, a Moody’s, é a única que ainda não tinha retirado o grau de investimento do Brasil. No ano passado, as outras duas empresas internacionais, Fitch e Standard&Poor’s, já tinham suspendido o selo de bom pagador.

O cenário político não é tão amigável assim. Processos de corrupção envolvendo agentes políticos estampam páginas e noticiários pelo mundo todo. O grau de dificuldades que o #Governo enfrenta para lidar com o Congresso e a base aliada que somente oferece apoio quando há negociação concreta, tornam difícil resgatar a credibilidade desse governo junto às agências de risco.

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O selo de bom pagador funciona como um termômetro que mede a temperatura do mercado, ou seja, a bolsa de valores, câmbio, juros, tudo gira em torno das avaliações do grau de investimento.

Ocorre que, a condição do nome positivo é estritamente necessária para a composição e crescimento do Brasil, ajuda e facilita de forma segura a confiança em operações da bolsa de valores, em investimentos de empresários internacionais, dentre várias outras possibilidades financeiras, que agora, serão recuadas com base na terceira nota do rebaixamento em questão.

Em análise, tudo fica bem claro: as agências de avaliações de riscos entendem que o governo desse país pode não ter condição suficiente para saldar as dívidas devido às dificuldades internas, o que pode levar o investidor a uma circunstância não muito agradável, já que o investimento aplicado pode ser revertido em prejuízos.

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A iniciativa já era esperada, uma vez que o Brasil não possui perfil para conquistar investidores. Na atual conjuntura, o país precisa de ajuda, pois, segundo as agências em esclarecimentos sinalizam para os próximos três anos, uma previsão do aumento da dívida brasileira deve ocorrer, ou seja, ela pode ultrapassar os 70% do Produto Interno Bruto (PIB), gerando assim, um ambiente de baixo crescimento em toda a nação.

Vamos torcer para que a situação amenize e as perspectivas negativas sejam reanalisadas. Para isso, precisamos de um presidente que esteja disposto a mudar o status contraproducente atual. Perseguir a credibilidade é fator obrigatório a ser alcançado.

  #Crise econômica #Recessão no Brasil