Os consumidores brasileiros serão beneficiados, a partir de abril, com a redução da tarifa de energia elétrica residencial. Tudo isto porque o governo anunciou que a cobrança extra de consumo de energia elétrica deverá ser suspensa a partir do mês anunciado, com o desligamento das usinas termoelétricas, que atualmente estão em pleno funcionamento para atender a demanda energética do país.

O ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, anunciou que, pela primeira vez, será implantado o uso da bandeira verde para o consumo energético brasileiro desde a sua implantação em janeiro de 2015. Entretanto, o titular afirma que isto não significa que a sistemática deverá ser abolida.

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Caso seja necessário que as termoelétricas sejam religadas, isto será feito e, novamente, a cobrança do sistema de bandeiras poderá passar para amarelo ou vermelho, dependedo da situação no momento. Durante as declarações,  Eduardo Braga garantiu a adoção da cor verde para o consumo extra de energia a partir deste período.

A partir do mês de março, a conta deverá sofrer uma redução, de R$ 3,00 para R$ 1,50, por cada Kwh consumido a mais,  com a migração da bandeira vermelha para a amarela. Este anúncio foi feito no começo de fevereiro.

O desligamento das usinas termoelétricas autorizado nesta quinta feira, dia 24, será de 3 mil megawatts de energia a menos, o que corresponde a 15 unidades fora de operação. Este número de capacidade energética totaliza 5 mil megawatts a menos, quando consideramos a redução de 2 mil feita no mês de fevereiro.

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O barateamento dos custos com a energia elétrica se dará pela alteração em alguns fatores. São eles, o próprio consumo reduzido de energia no período, o nível dos reservatórios de água que abastecem as usinas hidrelétricas e a entrada de energia extra no sistema.

O acúmulo de água represada, que é utilizada na geração de energia, atingiu um volume de 50% em fevereiro, com previsão de 51,3% até março. Na avaliação do ministro, este é o melhor índice nos últimos três anos para as regiões Sudeste e Centro Oeste.  Na região Sul, esta marca atingiu 95%. Na regiao Norte, o acúmulo é de 43,2%, com uma elevação de 11,9% para este mês. A região Nordeste apresentou um acúmulo de 31,7%, com uma alta de 13%.     #Governo #Finança #Crise no Brasil