Como se não bastasse diminuir drasticamente o poder de compra do consumidor, a crise econômica que se instalou no Brasil (já vista por economistas como a possível maior da história recente do país), está gerando outro problema para o brasileiro. Por conta da grande desvalorização dos preços de veículos automotivos e imóveis em território nacional, as concessões de empréstimo com garantia, mais barato para o consumidor, devem ser afetadas neste ano de 2016.

De acordo com os bancos e empresas financeiras, o cálculo para o crédito (quantia em dinheiro que podem emprestar), é baseado no valor de mercado dos bens. Devido a crise e a continuidade da recessão no país, o montante possível para empréstimo está cada vez mais baixo, e fica ainda mais difícil para as empresas financiadoras criar possibilidades de garantias mais baratas e benéficas para a pessoa que solicita o crédito.

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Entretanto, para o economista Adriano Fonseca, está situação pode motivar o brasileiro a se replanejar e não se endividar ainda mais.

“Sempre afirmo a quem me procura para uma orientação financeira que o crédito é a última alternativa. Só aconselho tomar empréstimos a quem, de fato, poderá pagar. Fora isso, o melhor caminho é mesmo o planejamento. Se apertar mesmo, não tem outro jeito. Não tenha dúvidas: é melhor do que criar mais dívidas. O crédito resolve um problema e lhe cria outro maior. Se a crise está afetando até o montante dos bancos para conceder empréstimos, este é mais um motivo para você não escolher esta opção, pois os juros da cobrança serão ainda maiores. Por isso, insisto: Se replaneje, se aperte, pague a vista, esqueça crédito”, orienta Fonseca. #Crise econômica #Crise no Brasil #Recessão no Brasil