O setor industrial brasileiro está vivendo uma crise sem precedentes em sua história e a indústria automobilística é um dos setores que mais está sofrendo com os reflexos dessa #Crise e dessa vez uma gigante da indústria brasileira a General Motors (GM) pode não investir no país em 2016.

A previsão de investimentos no Brasil para esse ano era de R$ 6,5 bilhões, segundo declaração dada em julho do ano passado pelo próprio presidente mundial da GM, Dan Ammann.

A retenção de investimentos tem a ver com a economia paralisada, o que segundo analistas da empresa, impedirá a recuperação de vendas de automóveis. Até agora, nada foi confirmado, mas os investimentos nesse ano que eram dados como certos, agora estão sendo reavaliados com cautela pelo grupo majoritário de acionistas da GM.

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Presidente Ammann visitou o país e se mostrou bastante preocupado e pessimista 

O presidente Ammann esteve no país na última terça e quarta-feira e se mostrou bastante preocupado com a situação da economia brasileira e declarou que a recuperação da crise pode ser lenta e durar até três anos.

“Atuamos há 91 anos e nossa empresa está acostumada com ciclos altos e baixos de vendas no Brasil e na América do Sul, mas o que mais nos preocupa no momento é que pode não existir solução para a recuperação nos próximos três anos.”

A falta de investimento pode agravar ainda mais a taxa de desemprego

O não investimento no país pode agravar ainda mais a taxa de #Desemprego no setor automobilístico e paralisar a tecnologia e o desenvolvimento de novos produtos, o que geraria um verdadeiro “atraso”, não somente nos avanços dos processos industriais da GM mais também nos processos de outras empresas terceirizadas que dependem da produtividade dos veículos da General Motors.

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O setor de vendas de veículos registrou uma das maiores quedas de vendas da história em 2015, as vendas caíram em relação ao ano de 2014 em torno de 26,6%. As fábricas da GM no ano passado suspenderam atividades em diversas unidades e o número de trabalhadores desempregados chegou a 14,7 mil. #Crise econômica