Com a crise a todo vapor no Brasil todos querem uma renda extra, até mesmo o governo, por esta razão a política de mais arrecadação está a todo vapor. A presidenta da República aprovou decreto que aumenta percentual do imposto sobre produtos industrializados o (IPI), em produtos como; chocolate, sorvetes, fumo picado e rações de cães e gatos conforme anunciou a Receita Federal do Brasil, nesta segunda-feira (29). Com essas mudanças espera-se uma arrecadação extra de aproximadamente R$ 1,03 bilhão em 2016.

Preços do chocolate e sorvete ficará mais caro

A nova regra passará a valer a partir de maio de 2016, antes do novo decreto a tributação do IPI para o chocolate branco era de R$ 0,09 por quilo do produto, agora será de 5% sobre o preço de venda ao consumidor final, já para os chocolates em geral a tributação ficava na casa dos R$ 0,12 por quilo do produto, com a nova regra também será de 5% sobre o valor de venda ao consumidor.

Publicidade
Publicidade

No caso dos sorvetes o percentual passará de R$ 0,10 por embalagem de dois litros ao percentual de 5% sobre os preços cobrados ao consumidor final. Apenas com esses três produtos espera-se um aumento na arrecadação de aproximadamente R$ 100,39 milhões só para o ano de 2016, com uma estimativa de chegar ao valor de R$ 209,50 milhões no ano de 2018.

Cigarros

Para os cigarros o percentual de arrecadação irá aumentar de forma gradativa, hoje a tributação e feita de duas formas; uma fixa de R$ 1,30 por 20 cigarros e outra de 9% sobre o valor de venda ao varejo de uma caixa. Com a nova regra está previsto alteração em duas etapas, uma acontecerá em 1° de maio e outra em dezembro em parcelas iguais com o objetivo de alcançar o percentual no final do ano de R$ 1,50 por caixa e de 10% sobre o valor de 20 unidades.

Publicidade

O acréscimo de arrecadação aos cofres públicos está estimado em R$ 76,24 milhões para o ano de 2016 e R$ 143,50 milhões para 2018.

 Rações

No caso das rações para cães e gatos o percentual do IPI será de 10% sobre o valor da venda mesmo que ela tenha sido feita de modo fracionado, mudança essa que também entra em vigor a partir de 1° de maio. #Legislação #Dilma Rousseff #Crise econômica