Como se previa, 2015 foi um ano em que a #Crise derrubou a produção industrial brasileira, como prova a pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo aponta que houve queda na produção industrial em 12 locais, dos 15 pesquisados. Em alguns estados houve queda acentuada na produção industrial, sendo que Amazonas, Rio Grande do Sul e São Paulo figuram na cabeceira dos locais que houve maior queda, respectivamente.

No total geral, o recuo da produção brasileira ficou em (-8,3%), porém em alguns locais a queda foi superior.

Veja a lista do recuo da produção industrial dos principais locais pesquisados:

Em primeiro lugar, está o estado do Amazonas, com uma queda de (-16,8%), seguido por Rio Grande do Sul (-11,8%), e no terceiro lugar, São Paulo, com recuo de (-11%), uma situação mais grave sabendo que se trata do 'motor' da economia nacional.

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Ceará e Paraná ficaram acima da média brasileira com (-9,7%), (-9,6%), respectivamente. Outros estados tiveram um recuo abaixo da média, tais como Minas Gerais e Santa Catarina com (-7,9%), Bahia, que recuou (-7%), e Rio de Janeiro, caindo apenas (-6,5%).

Alguns locais tiveram um crescimento na produção, como é caso de Pará, Mato Grosso e Espírito Santo com (+5,7%), (+4,7%), (+3,7%), na sequência.

Os números mostram que os principais geradores de mão de obra e emprego estão em recessão, o que dá uma ideia do que tem por vir para este ano de 2016. Muitas empresas estão dispensando funcionários, devido à queda na produção. E com um futuro incerto, a população brasileira tenta seguir a diante com medo de ficar desempregada, em 2016.

As indústrias carregam o fardo da alta dos impostos, bem como o aumento do salário mínimo, combustível e energia, o que ajuda a frear ainda mais a produção, já que a oferta é maior do que a demanda.

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O #Governo Federal anunciou este ano que poderá usar parte das reservas cambiais, que giram em torno de 300 bilhões de dólares, para alavancar as empresas, através de empréstimos. Com esta medida, o Governo pretende fortalecer a produção nacional, gerando emprego e renda.

Mas a alta do dólar e a inflação minam a cada dia as forças de nossa economia, que estacionou, e agora retrocede, com números negativos cada vez maiores. #Crise econômica