A realocação média no mercado de #Trabalho atingiu 8 meses, sendo este resultado de 2015 o pior desde 1992, segundo dados do CAGED. Em 2014 tínhamos uma média de 6,8 meses, ou seja, um aumento de 36 dias.

O impacto desse aumento é ainda maior se considerarmos que o trabalhador tem direito a 6 meses de seguro #Desemprego. Na conjuntura econômica atual significa que o mesmo ficará 2 meses sem o recebimento de nenhum rendimento.

E a taxa de desemprego de fevereiro deve aumentar chegando a 8,4% da população economicamente ativa, segundo o jornal Valor Econômico. O número deve ser maior que os 8% de janeiro de 2016 e muito maior que os valores de 5,3% referente a janeiro de 2015.

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E essa taxa pode crescer ainda muito mais em alguns Estados já que o governo anunciou recentemente o corte de investimentos e emendas parlamentares que afetam diretamente setores como o de construção civil.

E ainda temos o final das obras do complexo olímpico no Rio de Janeiro que estima-se uma demissão de 30 mil trabalhadores que estavam diretamente ou indiretamente empregados nas obras.

Além disso, um fator que piora a situação daqueles que estão desempregados é que além de não conseguirem arrumar emprego ainda vêem os poucos recursos que tem sendo deteriorados pela inflação. Esse fator fez com que o rendimento médio do trabalhador tivesse uma queda de 3,7% em relação a 2014, segundo a pesquisa mensal de emprego (IBGE).

Todos esses fatores fazem com que as pessoas busquem como opção a abertura de um novo negócio.

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Realizar o sonho de ter a sua própria empresa. Inclusive com estímulos do governo que promete liberar mais crédito para micro e pequenas empresas.

Entretanto, essa iniciativa deve partir de um mínimo de planejamento e controle sobre os produtos que serão vendidos ou serviços que poderão ser prestados. É necessário planejar com cuidado todos os gastos, a influência da localização, o formato da operação de venda, como será realizada a divulgação (marketing) e principalmente o fluxo de caixa disponível para os meses que as receitas não conseguirem cobrir os custos. #Crise econômica