Segundo nota recente do Bank of América Merril Lynch, assinada por Francisco Blanch, a recente queda no preço do barril de petróleo, que está valendo aproximadamente US$ 30 o barril, está gerando uma das maiores transferência de riqueza da história humana.

"Se sustentado, [este processo] vai empurrar US$ 3 trilhões por ano de produtores de petróleo para consumidores globais, abrindo caminho para uma das maiores transferências de riqueza na história humana", diz a nota.

Essa queda no valor do barril tem incentivado a queda no valor dos produtos finais, os combustíveis, e consequentemente tem ajudado no bolso do consumidor, que está pagando menos para abastecer seu automóvel.

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Porém, na economia, tem gerado queda nas ações de grandes empresas e levado países inteiros à crises, como é o caso da Venezuela e da Rússia, que possuem grande dependência em relação ao mercado do petróleo. Países do Golfo Pérsico estão pela primeira vez cobrando impostos diretos de seus cidadãos, como consequência da queda da arrecadação em relação ao mercado de petróleo.

As consequências da queda para a economia mundial ainda são incertas, porém, o estímulo do uso de automóveis tem sido bem recebido pelo mercado automotivo, que vê bons resultados e cresce em vista da demanda por automóveis no mundo todo. Grandes fabricantes de automóveis lançam novos produtos a cada mês e seus rendimentos estão cada vez maiores em um mundo que

Porém o crescimento da demanda por combustíveis por parte dos consumidores se reflete da preocupação do consumidor com a eficiência e com o aquecimento global.

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Em um contexto de grande preocupação com o clima, com conferências e discussões em torno de soluções para o grave problema do aumento do nível dos mares e as consequência do uso de combustíveis fósseis, o aumento do demanda não é boa notícia para aqueles que se preocupam com os rumos do clima no nosso planeta.

Não sabemos as consequências da queda do barril do petróleo no médio e longo prazos, mas sabemos que a questão estará no cerne das discussões mundiais, dada a sua importância para a economia global e para a matriz enérgica mundial. #Gasolina #Crise econômica #Fontes renováveis