O dólar nesta segunda-feira (7) opera em alta, na semana anterior obteve a maior baixa semanal desde o ano de 2008. A influência da queda da moeda americana é o resultado do pensamento dos empreendedores, eles acreditam que a presidente Dilma Rousseff, não concluirá o seu mandato.

O câmbio sofreu influência do panorama externo positivo e do Banco Central, que manteve os swaps cambiais para rolamento e vendeu o lote na última sessão.

O dólar neste sete de março estava em elevação de 0,14% e era cotado a R$3,7662, mínima de R$3,7350.

Acompanhe a cotação do dólar:

  • No horário de 9h09 obteve baixa de 0,01%, cotado a R$3,7601.
  • No horário de 9h19 teve baixa de 0,26%, cotado a R$3,7506.
  • Das 9h39 até as 10h09 baixas consecutivas de: 0,38% e 0,01%, chegando a valer: R$3,7463 e R$3,7601.
  • Ás 10h39 obteve elevação de 0,44% e cotado a R$3,7773.
  • No horário de 11h19 a elevação foi de 0,3%, valendo R$3,7721.
  • Ás 11h49 obteve elevação de 0.06% e chegou a R$3,

Marcos Trabbold da corretora B&T disse a Reuters: "há uma euforia e poderão obter lucro nas mudanças de posição, nesta semana”.

Publicidade
Publicidade

Na sexta-feira (4), Luiz Inácio Lula da Silva (ex-presidente do Brasil) depôs na PF (Polícia Federal), pela lava jato. Sobre ele recaíram suspeitas de ter recebido benefícios de empreiteiras, repasses de dinheiro relacionados à Petrobras.

O dólar reagiu a esse fato e caiu em relação ao real e muitos investidores acreditam que uma mudança de governo poderia implicar em estabilidade. Para operadores as dúvidas e inconstâncias políticas acabam por prejudicar a governança do Brasil.

O aumento do preço do petróleo, ações da China e depoimentos dos governantes chineses sobre a estabilidade econômica da China fez com que os mercados externos ficassem de "bom humor".

Ocorreu baixa do dólar na sexta-feira (4), percentual de 1,09% e ficou a R$3,7607. Na semana anterior caiu em 5,93%, maior retrocesso da semana desde outubro de 2008 de acordo com a Reuters.

Publicidade

A perca de valorização ao mês foi de 6,06% e ao ano chegou a 4,74%.

O BC (Banco Central) na sexta-feira negociou oito mil swaps dos 9,6 mil colocados em leilão, para rolamento dos contratos que vencerão em abril, no valor de US$10,092 bilhões.

O leilão anunciado pelo BC, após o dólar fechar, permaneceu com a oferta de 9,6 mil contratos. Informou que poderá colocar menos rolagens, quando houver condições, não no momento.

O mercado deverá continuar volátil, por isso é importante ter ofertas protetivas, segundo um operador de banco no Brasil. #Dilma Rousseff #Finança