Mais um lote do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) foi liberado nesta quinta-feira (17). O benefício pode ser sacado por quem nasceu nos meses de maio e junho e cumprem os requisitos para ter direito ao dinheiro.

As pessoas que se encaixam nos requisitos e têm conta na Caixa Econômica Federal já tiveram o depósito do valor realizado no dia 15 de março de 2016. Quem não for correntista do banco ou for, não recebeu e tem direito, pode se dirigir à uma agencia da Caixa com seus documentos para realizar o saque.

Os trabalhadores que tiverem o Cartão Cidadão podem fazer uso dele para resgatar o valor. Basta irem a um correspondente Caixa Aqui, a uma casa Lotérica ou em algum canal de autoatendimento do banco, portando o cartão e a senha.

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Além dos nascidos em maio e junho, as pessoas cadastradas no PIS até 4 de outubro de 1988 terão direto a receber os rendimentos do saldo de quotas do PIS.

Está com dúvidas e não sabe se tem ou não direito a receber o benefício? Você pode consultar a sua situação no site da Caixa Federal ou ligar para 08007260207 e depois digitar a opção 1. É necessário ter em mãos os dados pessoais como número de CPF e número do PIS, para realizar a consulta. Este é o último mês de pagamento do calendário referente a 2015.

Têm direito a receber um salário mínimo, referente ao do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS), trabalhadores que têm pelo menos cinco anos de cadastro no PIS/PASEP e que no ano de 2014 trabalharam no mínimo 30 dias com carteira assinada. Além disso, o trabalhador deve ter recebido no máximo dois salários mínimos de salário na média mensal.

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A empresa para a qual a pessoa prestou serviço tem que ter informado os dados do trabalhador de forma correta, quando enviou a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do ano-base 2014 para o Ministério do Trabalho e Emprego.

Os benefícios que não forem sacados retornam para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Mais informações podem ser obtidas nas agências da Caixa Federal ou pelo telefone informado.  #Dilma Rousseff #Finança #Crise econômica