Mais uma péssima notícia foi divulgada nesta terça-feira (1º) para o comércio e traz a tona a grave situação vivida na economia brasileira. Outro gigante do comércio varejista reportou um prejuízo recorde no ano passado. Dessa vez, a vítima da #Crise que assombra a economia brasileira foi o Magazine Luiza.

O grupo de acionistas que administram os negócios do Magazine informaram que a rede de varejo de eletrodomésticos e eletrônicos teve um prejuízo líquido de vendas acumulado durante o ano inteiro de 2015 em incríveis R$ 65,6 milhões, segundo dados informados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

O prejuízo líquido reportado somente no quarto trimestre de 2015 foi no total de R$ 52,4 milhões.

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O prejuízo verificado nesse período do ano demonstra a grande queda nas vendas e traz perspectivas negativas aos investidores, pois, em comparação com o mesmo período de 2014, a arrecadação foi extremamente positiva e o Magazine Luiza lucrou R$ 39,3 milhões.

No ano de 2014, o Magazine Luiza teve um lucro líquido de 128,6 milhões e no ano subsequente teve lucratividade convertida em prejuízo

O ano de 2014 foi superpositivo para os acionistas da rede Magazine Luiza, porém, no ano subsequente, 2015, aconteceu o efeito inverso e a grande lucratividade foi convertida em prejuízo, seguindo uma lógica da crise atual vivida pelo setor de vendas do comércio varejista.

A principal concorrente do Magazine Luiza, as Casas Bahia também reportou prejuízo de 177 milhões no quarto trimestre do ano passado e fechou o ano com um lucro líquido de apenas R$ 3 milhões, valor 99,7% menor do que em 2014 no qual foi reportado lucro de R$ 964 milhões.

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Uma grande queda na receita líquida também foi verificada, sendo que no 4º trimestre do ano de 2015 houve uma queda de 8,7% na comparação anual fechando o período com R$ 2,5 bilhões.

Em comparação aos doze meses de 2015 de janeiro a dezembro, as receitas somadas do Magazine Luiza foram de R$ 8,978 bilhões, retração verificada em 8,2% em comparação com a soma de receitas de 2014. #Crise econômica #Crise no Brasil