O Banco Central do Brasil divulgou, nesta segunda-feira (14), que o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) obteve um índice retroativo de 0,61% no mês de janeiro no comparativo a dezembro, após ajustamento "sazonal" (um tipo de método comparativo entre épocas diferentes).

Segundo informações, foi a maior redução ao mês, observando-se agosto de 2015 (-0,92%). O início do ano registrou baixa e foi o décimo primeiro mês na previsão do PIB. A última elevação mensal notificada pelo índice IBC-Br ocorreu em fevereiro de 2015 aumentos de 0,47%, no comparativo ao anterior.

A área econômica do país não vai bem, pois sofre com a crise e os reflexos são: a elevada #Inflação, juros exorbitantes, falta de empregos e pessoas inadimplentes.

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O atual governo de #Dilma Rousseff não consegue colocar as contas em dia e estão com uma enorme dívida pública. O setor político não se entende e os fatores controversos contribuem para que não ocorram os ajustes necessários.

No mês de janeiro, os índices relacionados à economia não foram bons, mesmo com o aumento do percentual de 0,4% na produção do setor industrial, no comparativo a dezembro de 2015. O comércio teve queda de 1,5% nas vendas, O setor de serviços caiu em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O BC informou que o prognóstico do PIB em janeiro, no comparativo a 2015, obteve queda de 4,05%, sem o índice "sazonal" devido à comparação ser diferente dos mesmos períodos. No acumulado do ano, o índice foi de 4,44% (com ajuste sazonal).

O IBC-Br faz uma previsão antes do PIB e fez prospecções para o setor agropecuário, industrial, serviços e impostos.

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Mas os índices do (IBC-Br) nunca se aproximaram dos resultados do PIB informados pelo IBGE.

O BC no ano de 2014 fez uma estimativa de queda do PIB de 0,15% e os índices reais foram de uma elevação de 0,1%, no ano de 2013. Os dados de 2015 não bateram, o IBG-Br informou retroação de 4,08% e o PIB teve em seu resultado um encolhimento de 3.8%.

Através do índice o BC pode prognosticar a Selic (taxa básica de juros) do Brasil e a atual taxa está em 14,25% a.a., maior de todas as épocas.

O objetivo da inflação para 2016 é que fique em torno de 4.5%, podendo ter dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), inflação oficial, poderá ser de 2,5% a 6,5% de acordo com o IBGE.

A previsão é que a inflação fique em 6,5% acima do previsto pela cota de metas. No ano de 2015, o acumulado ficou em 10,67%, a mais elevada os últimos treze anos. Os especialistas bancários preveem uma inflação de 7,61% este ano.

O BC tem feito o possível para fazer com que a inflação se mantenha na meta para este ano e em 2017, a perspectiva é de 4,5%.