A procura por alternativas para a energia elétrica tem feito muitos países nos quatro cantos do mundo ter uma visão ampla deste modelo, em eficiência e redução de custos, proporcionando assim um novo começo e uma expectativa mais abrangente em relação às tecnologias limpas, sua eficiência e menor custo. Essas alternativas vêm contribuindo não somente no uso doméstico, mas também nos transportes coletivo e individual.

Na Escócia está sendo construída a maior usina de energia eólica do mundo. Quando pronta, ela terá capacidade suficiente para fornecer energia para 40% dos lares escoceses. A população do país é de aproximadamente 5,2 milhões de habitantes.

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O projeto prevê a capacidade em suprir a demanda energética de 800 mil a 1 milhão de casas.

A Dinamarca, que é pioneira no assunto de energia eólica, está dando passos largos para um futuro mais verde e, principalmente nessa área de energia dos ventos, está sendo um exemplo para o mundo. Algumas medidas aprovadas no país demonstram isso: redução em 34% da emissão de gás carbônico, diminuição do consumo de energia em mais de 12%, ter 35% da energia proveniente de fontes renováveis. Todas as medidas devem se efetivar em 2020, quando a Dinamarca planeja se tornar o país líder na transição para a energia verde.

EUA e Dinamarca têm investido bastante nessa maneira de se criar energia, com a ajuda dos ventos fortes e constantes que existem, principalmente, em suas regiões costeiras. Nos EUA, companhias de produção de energia eólica já sentem o retorno do investimento.

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Foram criados trezentos mil novos empregos num nicho econômico que movimenta 200 bilhões de dólares. Isso tudo com a ajuda das diversas turbinas eólicas instaladas em alto mar.

No Brasil, mais precisamente na Bahia, as casas já estão recebendo painéis solares (fotovoltaicos) para abastecimento residencial, o que garante a isenção do ICMS. “Outra coisa importante é que esses módulos duram até 20 anos. Nesse prazo, a pessoa estará livre da influência de qualquer política que gere oscilação nas tarifas de energia”.

Veículos como os ônibus, desenvolvidos com tecnologia brasileira, são resultado de um projeto em parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. (EMTU/SP), com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e da Agência Brasileira de #Inovação (FINEP). A tecnologia de propulsão utilizada é totalmente livre de emissões de poluentes. No lugar do dióxido de carbono, entre outras emissões dos carros comuns, somente vapor d’água é eliminado pelo escapamento dos ônibus.

Pode-se observar a diversidade no uso de energias alternativas devido à escassez de recursos, tornando-se assim necessários novos investimentos que contribuam de forma significativa com o meio ambiente e a população. #Finança #Crise econômica