Não importa qual seja o jornal de sua preferência, ou mesmo se você gosta de ler as notícias. A crise financeira está presente na política quando os governos iniciam contenção de gastos, nas empresas, nos empregos, na inflação e, finalmente, nos lares dos cidadãos brasileiros.

A #Crise econômica afeta as famílias pelos país de todas as formas: a inflação corrói o poder de compra dos trabalhadores, as empresas estão acumulando prejuízos e, em uma tentativa de salvação, cortam empregos, o que reflete no aumento do número de pessoas desempregadas, agravando e comprometendo a manutenção da família.

Tenta-se de tudo, corte de despesas, redução de serviços como TV por assinatura, planos de saúde, academia, entre outras coisas.

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As compras de supermercado já foram afetadas há muito tempo, trocando-se as marcas e deixando de consumir o que não é considerado como essencial.

O problema é que, mesmo adotando essas medidas, os brasileiros não estão conseguindo quitar seus compromissos e, cada vez mais, estão optando pela medida mais drástica, o calote.

A opção pela inadimplência surge quando o pagamento das dívidas compromete necessidades básicas dos brasileiros e quando já não há mais 'gordura' para cortar do orçamento familiar. Quando a situação chega nesse ponto, onde, se pagar as dívidas como cartão de crédito por exemplo, não sobra para a alimentação, não há muito o que fazer, além de ir ao banco e tentar renegociar a dívida.

O economista chefe da empresa de consultoria 'Opus Investimentos', José Camargo, afirmou que as famílias já estão no "limite do controle de gastos", segundo o especialista o mais grave é o fato de não haver perspectiva de melhora.

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Ele diz que há consenso entre os economistas para o fato de que o acirramento da crise política e a continuação ou não do atual governo são fatores que, enquanto não resolvidos, apenas atrapalham e pioram o quadro.

A taxa de inadimplência nas escolas particulares aumentou de 8% para 12%, apenas nos últimos 12 meses, já nos condomínios o aumento foi de 7% para 14%, os atrasos nos pagamentos das concessionárias de luz e água. Ao que parece, não estamos mesmo próximos de uma luz no fim do túnel. #Finança