Em tempos de crise até mesmo os aposentados e servidores do Estado estão sofrendo, contrariando a crendice popular de que o funcionalismo público tem estabilidade. No Rio de Janeiro, o #Governo declarou não ter o dinheiro para efetuar o pagamento integral dos 248 mil funcionários públicos aposentados e pensionista. Sugerida pelo governador Francisco Dornelles, a política de carreiras do estado não contempla os servidores inativos para o recebimento do pagamento por completo.

De acordo com o Jornal Extra, fontes do governo informaram que  prevê que sejam pagos no décimo dia útil do mês de março R$ 1.500 para todos os servidores que estão fora de atividade.

Publicidade
Publicidade

Com essa projeção bastante pessimista, hoje a tarde, dia 11, ocorrerá uma reunião entre Dornelles e os secretários para definir o valor que será pago de pensão e aposentadoria. Ainda existe a possibilidade de a arrecadação permitir um valor maior aos inativos.

Em um primeiro momento, a prioridade do governo do Rio é pagar integralmente os servidores públicos que estão em atividade nas áreas de Segurança Pública, Saúde e Educação, totalizando aproximadamente 174 mil funcionários.

Na última sexta-feira, o governador informou que os vencimentos dos servidores da saúde, agentes penitenciários, profissionais da segurança, policiais militares, policiais civis e professores estão incluídos na lista de prioridades. Os servidores que não fazem parte desses grupos devem ter os vencimentos parcelados.

Publicidade

 

A crise afeta outros setores do governo

 

No último domingo, o HemoRio paralisou a coleta das doações de sangue. É a primeira vez que isso acontece em 70 anos de existência. A decisão foi tomada em função da greve de funcionários, além disso, o Estado não está repassando o dinheiro para os fornecedores. O Jornal Extra entrevistou Marivaldo Fernandes que levou sua filha para o hospital com suspeita de pneumonia, porém exames como radiografia não puderam ser realizados. Outra entrevistada foi até o hospital para doar sangue a sua madrasta que está internada, mas também não foi atendida. #Crise econômica #Crise no Brasil