Infelizmente, mais uma triste notícia para o brasileiro que já enfrenta tantos problemas. É que no primeiro trimestre deste ano a taxa de desemprego chegou a 10,9% conforme revelou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, dia 29, pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo este o pior resultado já obtido em toda história da pesquisa, que começou em 2012.

E como o país atravessa uma grave crise política, a economia sente diretamente os efeitos e a tendência é que a situação continua piorando, pelo menos nos próximos meses, já que não há um projeto para tirar o país do caos em que se encontra.

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Apesar da notícia ruim, este resultado já era esperado pela maioria dos analistas de mercado e não era muito difícil saber que o #Desemprego continuaria crescendo, já que o país encontra-se estagnado, muitas empresas fechando as portas e as que se mantêm abertas não fazem novos investimentos por precaução, já que a crise não dá sinais de que vai melhorar.

Em 2015 no quarto trimestre, a taxa de desemprego chegou a 9,0% e já naquela época foi alertado a todos os trabalhadores para que não fizessem dívidas porque o começo deste ano seria difícil e muitas empresas poderiam demitir, como de fato aconteceu. Se levarmos em conta os últimos resultados desta pesquisa e compararmos como os atuais veremos que conseguir um trabalho ou manter-se no emprego está cada vez mais difícil.

Já sã 11,089 milhões de trabalhadores brasileiros desempregados e o que é pior, para os próximos meses estima-se que este número cresça ainda mais.

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E na medida que aumenta o número de trabalhadores em busca de um novo emprego, cai o número de #Vagas disponíveis no mercado. Mais de 1,3 milhão de vagas de emprego foram fechadas só no primeiro trimestre deste ano e o número de demitidos não para de aumentar.

Em Brasília, senadores, deputados, entre outros representantes do povo estão focados no impeachment de Dilma e nos próximos meses terão que dedicar mais tempo ao governo, seja o da própria Dilma ou o do Temer no caso da petista sofrer um impeachment.

Com isto o Brasil terá que aguardar mais alguns meses até que a crise política seja resolvida e aí sim, a crise econômica possa receber maior atenção.