O Sporting informou no recurso enviado ao Tribunal Federal da Suíça que não tem dinheiro para cumprir com os ordenados aos seus jogadores, caso tenha mesmo que pagar os cerca de 14 milhões de euros ao fundo Doyen, como o Tribunal ordenou. Assim como publicou o jornal “Correio da Manhã”, foi no recurso que a direção dirigida pelo Presidente Bruno de Carvalho lançou essa forte hipótese, tentando assim que o Tribunal volte atrás com a decisão inicial, que pode perfeitamente colocar em risco a saúde financeira do clube português.

Depois de ter anunciado um prejuízo preocupante nos últimos três meses do ano de 2015, o Sporting tem enfrentado cada vez mais dificuldades para combater a enorme dívida que tem para com os bancos portugueses e o caso Doyen.

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Sem ter participado na Liga dos Campeões, o clube implora agora que a decisão do Tribunal seja favorável para que o buraco não seja ainda mais fundo.

Como informa o jornal “Correio da Manhã”, apesar de Bruno de Carvalho ter garantido recentemente que tem “duas almofadas” para pagar ao fundo Doyen, a verdade é que o clube vai ter que jogar a Liga dos Campeões de graça para conseguir vencer essa mesma divida, algo que nunca terá acontecido na história da competição. Ainda assim, foi o próprio Sporting que comunicou, no seu recurso oficial, que a situação é tao preocupante que tem receio de não conseguir pagar salários aos seus jogadores e funcionários da instituição.

Nas redes sociais, a maioria dos sportinguistas garante estar envergonhado pelo estado financeiro atual do clube, garantindo que muitos erros de gestão financeira e judicial feito pela atual presidência levaram à situação crítica atual.

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Na verdade, Bruno de Carvalho sempre garantiu aos sócios que iria vencer o processo contra o fundo Doyen, algo que não foi cumprido e que compromete naturalmente as contas da instituição, que está em uma situação muito complicada e que coloca em questão muita coisa. O recurso está agora sendo analisado pelo Tribunal Federal da Suíça, que pode ordenar o clube a ter que pagar já a sua dívida. #Negócios #Justiça #Crise econômica