O Sporting, na voz do seu Presidente Bruno de Carvalho, pode mesmo que ser obrigado a jogar a Liga dos Campeões, pelo menos as primeiras partidas, de graça, pagando assim a dívida de 14 milhões de euros que ainda tem com o fundo Doyen. Em entrevista ao jornal “Correio da Manhã”, o alto responsável do Sporting não teve problemas em admitir que a Liga dos Campeões pode ser perfeitamente a fonte de rendimento para resolver um problema que já dura há mais de um ano e que preocupa muitos os sportinguistas, que se dizem envergonhados e humilhados pela instituição chegar a este ponto.

Depois de várias notícias terem garantido que a UEFA iria penhorar todos os prémios que o clube português iria receber na próxima temporada na Liga dos Campeões, Bruno de Carvalho não veio desmentir essa possibilidade, garantindo que essa é uma das fortes hipóteses para resolver a dívida que tem somado ao fundo da Doyen, que tenciona receber os juros dos 14 milhões de euros.

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Assim, e sem grandes rodeios, Bruno de Carvalho diz que os prémios da UEFA vão ser mesmo penhorados e que essa informação já estaria disponível há cerca de três meses, mas que só agora a imprensa internacional se lembrou de tornar isso notícia por causa dos alegados problemas financeiros do seu rival, Benfica. Tal como informa o jornal “Correio da Manhã”, o líder leonino quer assim que a sua dívida ao fundo Doyen seja de uma vez por todas resolvida no início da próxima temporada, quando o clube começar a jogar na Champions.

Nas redes sociais, muitos portugueses, sobretudo sportinguistas, garantem estar humilhados e envergonhados pela necessidade do Sporting ter que jogar de graça na Liga Milionária, algo que nunca terá acontecido em nenhuma das edições da Champions. Contudo, Bruno de Carvalho garante que a instituição portuguesa está longe de estar falida e que a renovação dos seus principais ativos demonstram bem a saúde financeira do clube, ainda que o Sporting tenha apresentado muitos milhões de prejuízo nos últimos meses e necessitar das receitas europeias para pagar à Doyen.

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#Negócios #Justiça #Investigação Criminal