O valor do salário mínimo para 2017 já começa a ser um tema bastante debatido e a Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão já divulgou as previsões para o próximo ano. Nelson Barbosa, ministro da Fazenda e Valdir Simão, ministro do Planejamento já chegaram a divulgar uma parte do projeto encaminhado ao Congresso Nacional que pede um mínimo no valor de R$ 946,00.

O próprio Governo já adiantou que este reajuste para o ano que vem não trará nenhum aumento real para o brasileiro, já que a proposta é que o salário seja corrigido pelo crescimento real do Produto Interno Bruto.

A fórmula responsável pelo cálculo do reajuste do salário mínimo estará vigente até 2019 e de acordo com estes cálculos o valor é definido da seguinte forma:

  • Inflação do ano anterior medida pelo INPC + variação do PIO dois anos antes.

Vale destacar também que o projeto da LDO para o próximo ano menciona que o Governo precisará contar com recursos da CPMF - Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, valendo já para 2017 onde a arrecadação prevista seria em torno de R$ 33,24 bilhões no caso da PEC - Proposta de Emenda à Constituição, de nº 140/2015 seja aprovada já que ela é quem recria o extinto tributo que tanta controvérsia já gerou nos últimos meses com políticos contra e a favor ao novo encargo para o brasileiro.

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A proposta do Governo faz uma previsão de aumento na receita na casa dos R$ 21 bilhões acreditando que a atividade econômica no país já terá melhorado e o PIB terá um crescimento em torno de 1%.

Outra melhora na economia, apresentada pela proposta, seria de um aumento de 9,85% na venda de veículos, mais 15,67% de aumento nas importações, mais um crescimento de 8,31% das aplicações financeiras.

Mas a grande aposta do governo está no aumento esperado de mais de R$ 3 milhões que viria com a arrecadação do IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados. Isto se daria por causa da elevação feita nas alíquotas sobre cigarros, chocolates e também sorvetes. E tem ainda a previsão de arrecadar mais de R$ 330 milhões com o Cofins - Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. #Desemprego #Vagas #Crise-de-governo