Diz o ditado que nada está tão ruim que não possa piorar, e o Governo Federal está ajudando o ditado. Com uma medida anunciada na última segunda (02/05) e publicada no Diário Oficial da União (DOU) de terça (03/05), a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para quem compra moedas estrangeiras em espécie subiu de 0,38% para 1,1%.

Porém a fome do governo parece não ter fim e, de acordo com o Estadão e o UOL, há uma tendência de que o aumento no IOF para esse tipo de operação seja feito de forma gradual até atingir os 3%. A medida pretende, ainda de acordo com o Estadão, aumentar a arrecadação para o Tesouro Nacional em mais de 1,5 bilhões de reais ainda em 2016 e quase 2,5 bilhões de reais por ano no futuro.

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IOF é o alvo da vez

A Presidente #Dilma Rousseff escolheu o IOF como vilão e, de acordo com o UOL, a medida de aumentar o imposto é porque ele não afeta as pessoas pobres e de baixa renda diretamente, já que estes cidadãos não costumam comprar moeda estrangeira e, por isso, não sofrem com as medidas e ajustes fiscais.

O Estadão ainda informa que este aumento gradual teve a sua escolha baseada na tentativa de se fazer uma avaliação de impactos e para tentar frear a venda e o comércio de moedas estrangeiras por doleiros no mercado informal.

Outras notícias

Aumento do IOF para compra de moedas estrangeiras em espécie, especificamente o dólar, foi anunciado na última segunda-feira (02/05). Clique aqui e leia a notícia completa.

Golpe ou não, quem perde é o Brasil. Com um segundo mandato travado e sem conseguir trabalhar por falta de aliados políticos, Dilma Rousseff se vê num beco sem saída e poderá sofrer o impeachment, porém com esse embate político a pleno vapor, quem perde e sofre são os brasileiros.

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Clique aqui e leia um artigo que descreve melhor o atual momento político do Brasil.

Com o pedido de impedimento aceito na Câmara dos Deputados, a continuidade do mandato de Dilma está ameaçado. No último dia 17 de abril, por ampla maioria, o pedido de impeachment foi aceito e agora está nas mãos do Senado Federal que tem até sexta para definir se a presidente brasileira fica ou sai do seu cargo. Clique aqui e leia mais. #Crise econômica #Crise no Brasil