Enquanto o governo do presidente interino Michel Temer discute propostas que visam modificar as regras da Previdência Social buscando uma contenção dos gastos federais, a previdência privada sente os efeitos nocivos da crise brasileira.

De acordo com dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), o total dos resgates no primeiro trimestre de 2016 foi de R$ 13,39 bilhões, valor 22% maior que os R$ 10,98 bilhões do mesmo período em 2015.

O aumento de saques representou uma queda de 13,4% na captação líquida da previdência privada, que corresponde à diferença entre saques e depósitos. A perda só não foi maior porque houve um aumento de pouco mais de 5% na quantidade de depósitos.

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Em geral, o ideal é que a previdência privada seja o último recurso ao qual o trabalhador deve recorrer em necessidade de suprir gastos, sobretudo quando se está na iminência de uma provável reforma da Previdência Social. No entanto, com desemprego e inflação em alta este acaba sendo um movimento natural. #Crise no Brasil #PrevidenciaSocial