Foram aprovados, a toque de caixa, 14 projetos que dão aumento de salário para diversos setores, inclusive para Ministro de Tribunais Superiores. Só para servidores do Judiciário, o reajuste vai variar entre 16,5% e 41,47%. Alguns salários no Supremo, saltam de 33 mil reais para pouco mais de 39 mil reais, por exemplo. 

O governo não divulgou quanto isso vai custar para o bolso do brasileiro. A conta foi feita por analistas e pode chegar a 50 bilhões de reais nos próximos quatro anos.

Em um desses projetos foi autorizada ainda, a criação de mais de 10 mil cargos no executivo. Os projetos seguem agora para o Senado. O Ministério do Planejamento diz que já contava com os recursos necessário para os reajustes, que representam cerca de 4 bilhões de reais no orçamento de 2016. 

Esses 14 projetos estavam emperrados no Congresso desde o ano passado.

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Eles foram negociados entre as categorias e a equipe econômica da presidente afastada, Dilma Rousseff. O argumento da liderança do governo na Câmara era de que esse aumento estava previsto no orçamento de 2016. Deputados petistas também se posicionaram a favor das propostas.

Por outro lado, o salário de professores também foi reajustado. Serão 20% de aumento ao longo de quatro anos para servidores do magistério federal, do FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e do Inep, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. 

Os 14 projetos ainda dependem de análise e votação do senado e depois da sansão do presidente #Michel Temer.

Já era de manhã de quinta-feira (2) quando os deputados aprovaram uma emenda à Constituição para a renovação da DRU, a Desvinculação de Receitas da União, que permite que o governo realoque 30% das receitas que vêm de impostos e tributos para qualquer área.

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A DRU havia vencido no fim do ano passado e agora vale até o fim de 2023. A aprovação do texto-base se deu por 334 votos a favor e 90 contra. Essa foi a primeira votação, a segunda votação ficou pra semana que vem. Só depois é que o texto seguirá para o Senado Federal. #Crise econômica #Crise no Brasil