A Forbes norte-americana pode ser considerada uma das mais relevantes, se não a mais importante, revista de economia e #Negócios do mundo, e essa mesma publicação, na quinta-feira, dia 02 de junho, veiculou uma reportagem afirmando categoricamente que o mercado internacional não está nada satisfeito com a desenvoltura do presidente interino, #Michel Temer. Tanto é assim que, a 1ª frase da matéria, pode ser traduzida como: "a lua-de-mel está acabando".

De acordo com o noticiário, há  interesse de investidores e empreendedores no país, mas, por outro lado, o somatório das variáveis no atual contexto sócio-político da nação, ao invés de melhorar o quadro de investimentos e conquistar riquezas e divisas sociais, tem apresentado um efeito antagônico, pois está funcionando com um impeditivo, pela desconfiança de se investir no caos do país nesse momento. 

Isso é fruto das 2 primeiras semanas do governo de Michel Temer terem sido bastante hostis, caracterizadas por passeatas, confrontos e protestos contra o governo denominado de “golpista” por muitos brasileiros.

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Não é à toa que continuam eclodindo tantas denúncias de corrupção, abuso de poder, nepotismo e grampos telefônicos, com diálogos recheados de maracutaias e escândalos políticos, envolvendo o mais novo governo empossado por Temer em substituição ao da presidente Dilma Rousseff. 

Mais um ingrediente promete elevar a temperatura do cenário político brasileiro, que é a tão esperada delação premiada de alguns executivos que estão presos por causa da Operação Lava Jato, dentre eles, Marcelo Odebrecht, presidente da construtora que leva o mesmo sobrenome. 

A revista americana fez questão de frisar que o desemprego no Brasil continua a crescer, e nem mesmo os resultados positivos na economia nacional, na última semana, conseguiram diluir a desconfiança e estagnação no aporte de dinheiro do estrangeiro em território nacional. 

Bert Van Der Walt, gestor de fundos de Nova York e especialista em investimentos, salientou os mesmos pontos descritos nos parágrafos anteriores, expressando-se publicamente com as seguintes palavras: "a confiabilidade é importante...

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nós investimos em empresas e não em coligações ou países. Nós escolhemos ações. Mas um dos parâmetros fundamentais, na escolha de ações, é que temos que confiar no quadro institucional nesse mercado”.

Ou seja, Van Der Walt, que é mais um dos inúmeros acionistas da Petrobras, ratificou que o atual momento vivido pelo Brasil não inspira maiores leituras de confiança na idoneidade das instituições, pelo menos, até o presente momento. #Crise no Brasil