A companhia aérea irlandesa, Rayanair, conhecida pelo seus baixos preços, está em um tour pela América Latina para viabilizar acordos para voos pelo continente. Um dos países “fisgados” pela empresa foi a Argentina, que operará voos diários a partir de 2017. A companhia, que já atuou na Colômbia e no México, promete levar o serviço a todos os países da vizinhança sul-americana, à exceção do Brasil. Segundo o próprio filho do fundador da Ryanair, Declan Ryan, o motivo do desinteresse pelo país seria a #Corrupção em demasia que afeta o estado financeiro brasileiro.

Filho de Tony Ryan – que fundou a empresa irlandesa no ano de 1985 –, Declan ainda afirmou a um jornal argentino que as pretensões da empresa no mercado latino americano são grandes, e o desejo é levar a companhia aérea a sobrevoar toda a extensão do continente, exceto, claro, o Brasil.

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A companhia irlandesa apresenta um novo conceito de viagem aérea na Europa (seu maior nicho de vendas), com preços na média dos US$ 50, cobrando taxas a tudo o que não for assentos ou bagagens de mão. Ou seja, para quem deseja uma viagem de curto tempo, a Ryanair é uma grande opção para o velho continente.

A empresa pisou em solo americano pela primeira vez no México, há cerca de 10 anos. Já na Colômbia, a empresa irlandesa opera desde 2012. Em ambas as localidades a companhia possuía o nome de Viva – sendo uma subsidiária pertencente ao grupo Irlandia Aviation. Com o estabelecimento de relações com a Argentina, a empresa espera conquistar o público latino-americano e, assim, investir no que já é sucesso na Europa.

Para impulsionar a atuação na Argentina, a empresa busca a compra de uma empresa aérea local.

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E, segundo fontes da imprensa, a Andes Líneas Aéreas é a favorita para juntar-se ao grupo Irlandia Aviation. Entretanto, Declan Ryan, em reunião com o ministro dos transportes argentino, Guilherme Dietrich, reclamou das altas taxas aeroportuárias do país.

A ideia da empresa irlandesa é estar presente nos aeroportos de Córdoba e La Plata. Contando com um pequeno número de funcionários que desempenham diversas funções, cobrança pelo check-in presencial e uso de aeronaves que não necessitem de manutenção constante, a Ryanair vem para ser um competidor de peso no mercado argentino. Seu público? Pessoas que, geralmente, utilizam o transporte rodoviário para percorrer longas distâncias. Portanto, um serviço que seria muito útil para os brasileiros. #Negócios #Crise no Brasil