O dia para o brasileiro começa com reajustes em setor importante da economia: o de transportes.

A partir desta sexta-feira (1º), as tarifas de pedágio das rodovias estaduais paulistas estão 9,32% mais caras. O aumento dos pedágios também puxa outros preços de carona, como o frete, por exemplo.

As empresas de transporte têm que repassar o custo de alguma forma e o consumidor é sempre quem paga a conta. Mas a manhã dos aumentos não acaba por aí.

Os preços dos ônibus intermunicipais também sofreram reajuste. A tarifa média de uma passagem da região central do Estado para a Capital, por exemplo, que até quinta-feira (30) oscilava em média em R$ 67, hoje deve saltar para R$ 73.

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O percentual de reajuste é de 9,56%. Esse índice representa a recomposição dos custos operacionais das empresas, que considera variações de diversos itens como o diesel, que teve aumento de 10,28%, além do reajuste de 9,33% dos salários da categoria. 

Este é um duro golpe nas pessoas que moram em cidades menores e precisam trabalhar em grandes centros. O já apertado e minguado orçamento terá que ficar mais enxuto ainda para absorver tal impacto nas finanças domésticas. Não é de hoje que o brasileiro faz malabarismo para tentar sobreviver com seu salário até o final do mês. Já não bastasse o desemprego e a inflação batendo à porta, agora terá mais um 'abacaxi para descascar'.

Nem o tradicional feijão conseguiu escapar da 'espada justiceira' dos preços galopantes. A cena tradicional do trabalhador levando sua 'quentinha' no transporte coletivo já não é mais tão comum assim. De alento, somente a conta da energia, que não deve subir agora em julho.

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Caso o leitor também queira saber como economizar, vai uma dica neste link: alívio para as finanças.

É preciso uma solução rápida no campo político brasileiro. O estado de letargia pela qual a economia está passando devido a um processo de impeachment presidencial, acaba por prejudicar ainda mais a já não tão sólida economia brasileira. 

Como dissemos no início deste artigo, no final das contas, quem sempre paga a fatura é o consumidor. E este consumidor já está cansado e 'surrado', sem perspectiva de encontrar uma luz neste extenso túnel da #Crise. #Crise econômica