Apesar dos excelentes resultados nos últimos anos, a verdade é que nem a mudança de política a de contratações do Benfica foi suficiente para fugir à falência técnica. Tal como garante o site “Maisfutebol”, o Benfica apresentou no seu relatório do terceiro trimestre da temporada 2015/2016, uma dívida superior a 9 milhões de euros, o que faz com que o seu atual passivo, que ultrapassa os 400 milhões, seja superior aos ativos correntes, o que significa em linguagem econômica, que a instituição portuguesa está oficialmente em falência técnica. Nas redes sociais, muitos benfiquistas garantem ter sido enganados e se sentem humilhados por esses números que descredibilizam uma das maiores instituições de Portugal.

Muito investimento e poucas vendas, foram essas as principais razões para o enorme prejuízo apresentado pelo Benfica no último trimestre da presente temporada.

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Além disso, muito do dinheiro que o Benfica conseguiu alcançar com a chegada às quartas-de-final da Liga dos Campeões ainda não foi contabilizado e nem mesmo os 35 milhões já confirmados pela venda de Renato Sanches.

Por isso mesmo, e apesar dos sócios garantirem que se sentem humilhados pelo Benfica ter entrado em falência técnica, a verdade é que o clube vai conseguir voltar ao “verde” com esses futuros encaixes milionários nos próximos meses, que vão garantir um enorme lucro ao Benfica, tal como informa o site “Mais futebol”. Mas será que esse relatório preocupante significará um desinvestimento ainda maior nas contratações para a próxima temporada?

A verdade é que Luís Filipe Vieira, e sobretudo depois das últimas conquistas benfiquistas, revelou que vai continuar com o novo modelo de gestão: investir no talento já presente no clube e tentar vender os seus titulares pelo maior montante possível.

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Por isso mesmo, além da venda confirmada de Renato Sanches, a imprensa internacional garante que pelo menos mais dois ou três titulares vão sair do Benfica por valores históricos, permitindo assim que a instituição portuguesa possa respirar financeiramente e reinvestir grande parte desse dinheiro para o crescimento e expansão do seu patrimônio. #Negócios #Europa #Crise econômica