Os olhos estão nas Olimpíadas, mas a realidade do país não merece medalha de ouro. Nesta sexta-feira, 29, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atualizou os seus dados sobre #Desemprego no país e os novos números não são bons. A taxa subiu para 11,3% no trimestre finalizado em junho e é a maior já feita pela Pnad Contínua, que existe desde janeiro de 2012.

Em março, o índice era de 10,9%. De abril a junho de 2015, a taxa era 8,3%. De março a maio desse ano, no entanto, o número voltou a crescer e finalizou em 11,2% de desempregados.

No momento, os desocupados cresceram 4,5% se comparado ao primeiro semestre e abrangem 11,6 milhões de brasileiros, que acompanharão as Olimpíadas sem muitas perspectivas para um futuro próximo.

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Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, 2016 apresentou um crescimento substancial de 38,7% de desempregados.

Do outro lado, a população ocupada, isto é, que está em atividade independente da área, mostrou certa estabilidade. São 90,8 milhões de pessoas e uma queda de apenas 1,5% na comparação com o período somado de abril a junho do ano passado.

Temer disse que focaria o emprego

Assim que assumiu a presidência da República em decorrência do afastamento de Dilma, Michel Temer garantiu que focaria na criação de emprego aos brasileiros. Logo em um dos seus primeiros discursos, o peemedebista disse que essa seria uma das suas metas no seu governo interino.

“O crescimento do país necessariamente gera o direito ao emprego. E a primeira medida social é uma integração de dois setores produtivos: os empregadores de um lado e os trabalhadores de outro.

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Então, o primeiro direto social é o emprego. E ele só virá se houver a atuação da iniciativa privada”, disse Temer. #Michel Temer