A atual situação econômica do Brasil não é nada boa em 2016 e deve piorar ainda mais em 2017. A preocupação da população é muito grande. Hoje, no Brasil, a grande maioria, sejam empregados ou empresários, depende de seu próprio trabalho para garantir seu sustento.  

O Ministério da Fazenda declarou que a projeção do mercado para 2017 piorou bastante. Apesar disso, o rombo primário previsto em R$ 129,28 bilhões para o governo central – composto pela tríade governo federal, Previdência Social e Banco Central - ainda é menor que o déficit aguardado pelo governo de R$ 139 bilhões.

A previsão atual está baseada em informações coletadas no mês de junho e é pior que a projeção realizada anteriormente, que, com base na média das estimativas, previa um déficit primário de R$ 104,84 bilhões.

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A projeção do saldo negativo de R$ 139 bi para o governo central, em 2017, foi divulgada pelo governo no começo do mês corrente e consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), bem menor que o déficit previsto para 2016 que era de R$ 170,5 bi. Embora até aqui a realidade tenha se apresentado com rombos menores que os previstos pelos analistas, fato é que, se confirmado, este será, consecutivamente, o quarto resultado negativo.

Ainda para 2016, o relatório Prisma Fiscal, do Ministério da Fazenda, revela expectativa negativa dos economistas para o rombo primário maior que a estimada anteriormentede R$ 134,18. Tudo indica que, na prática, o déficit poderá chegar a R$ 155,50 bilhões.

Pelo menos uma notícia positiva consta no relatório, relacionada à trajetória da dívida bruta.

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Tem sido percebida uma estabilidade sobre a mesma, aliás, essa tem sido a principal meta, enfatizada com constante veemência, como prioritária pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Segundo os especialistas, a perspectiva é que, para este ano, a dívida fique no patamar dos 73,55% do Produto Interno Bruto (PIB). Antes, a previsão feita era de 74,35%, e deverá cair ainda mais em 2017. A perspectiva diminuiu de 79% para a 78,50%. #Crise econômica #Crise no Brasil