Já por anos a economia do Brasil vinha desacelerando até mesmo em função da grande crise que não só o país atravessava, mas a inteira sociedade global. Por outro lado, mesmo com crise, o emprego conseguia resistir a maior parte das adversidades; entretanto, isso, hoje deixou de ser uma realidade, pois, lamentavelmente, desde o ano de 2015 que os percentuais, índices e números de modo geral, todos eles divulgados pelas autoridades governamentais, apontam que a situação da empregabilidade no país tem deteriorado de forma drástica, se confrontada com talvez o pior quadro do abalo da economia da história brasileira. 

As adversidades situacionais em que toda a população está inserida não se manifestam unicamente nas questões de obtenção e manutenção dos empregos, mas igualmente nos campos da renda ou dinheiro que se recebe pelas atividades laborais desenvolvidas e da desigualdade social-econômica, conforme revelaram pesquisas mais recentes. 

Embora alguns especialistas em finanças se atrevam a dizer de que há indícios na recuperação do comportamento de confiança da população e de que também as atividades econômicas diversas tenham parado de sofre erosão, é importante que todos tenham a consciência de que o mercado de trabalho tem de reagir para caracterizar a recuperação completa do contexto econômico nacional, mas pelo visto, isso deve ser a última coisa a acontecer. 

Tanto é assim que o economista da instituição financeira Itaú Unibanco, Felipe Salles, afirma com todas as letras de que "o último vagão do trem" será o índice de emprego , isto é, se houve uma demora grande para se piorar a economia nacional, também haverá uma demora acentuada para melhorar o cenário.  #Crise no Brasil

10 números que destacam a situação no momento do desemprego no Brasil:

  • 11.600.000 é a quantidade de pessoas sem ocupação no Brasil;
  • 3% foi a subida da taxa de #Desemprego em um período de doze meses;
  • 1.765.024 é a quantidade de postos oficiais de #Trabalho fechados nos últimos 12 meses até junho deste ano;
  • 11,3% pontos percentuais no 2º trimestre deste ano foi a taxa de desemprego;
  • 15,8% caracteriza a maior taxa de desemprego no Estado do Amapá e no Brasil;
  • 6,7% é a menor taxa de desemprego no Estado de Santa Catarina e consecutivamente no Brasil;
  • 20,6% é a taxa de desempregados que possuem ensino médio incompleto;
  • 6% é a taxa de desempregados entre aqueles que tem formação superior completa;
  • 28,4% traduz a taxa de jovens desempregados (18 a 24 anos) somente na região Nordeste;
  • 2,2% é a taxa entre os desempregados idosos (60 anos ou mais) na região Norte do país.