Bruno de Carvalho e a direção sportinguista ofereceram pelo menos nove jovens jogadores para conseguirem pagar uma alegada dívida de 200 mil euros ao clube inglês Fulham. Tal como informa o jornal inglês “West London Sport”, nomes como Carlos Mané, Jefferson e Paulo Oliveira, três antigos titulares do Sporting, teriam sido oferecidos ao clube inglês, que ainda aguarda que o Sporting cumpra com os seus compromissos financeiros do negócio do ano passado que envolveu Brian Ruiz e que ainda está longe de estar finalizado.

Em uma altura em que o Sporting tenta fazer o maior negócio da história do clube, envolvendo Slimani ou então João Mário, a verdade é que muitos sportinguistas garantem que os cofres arrebentaram e, de forma a conseguir pagar todas as dívidas e encontrar soluções para o ataque, é necessário vender imediatamente e por um valo significativo.

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Contudo, e apesar dos muitos rumores que garantem que o Sporting pelo menos vai receber 40 milhões de euros por João Mário, a verdade é que nenhum grande negócio foi ainda oficializado e a data limite para as transferências na Europa terminam dentro de menos de duas semanas. Dessa forma, e como garante o site “Notícias ao Minuto”, a direção sportinguista decidiu arranjar uma solução alternativa para acabar com a dívida humilhante de 200 mil euros ao Fulham, oferecendo jogadores que são adorados pela torcida sportinguista, tais como: Iuri Medeiros, Matheus Pereira e Ricardo Esgaio, bem como os nomes já acima referidos.

Ao todo teriam sido já nove jogadores, sendo que o Fulham não teria aceitado a chegada de nenhum deles, nem perdoado a dívida sportinguista que já dura há vários meses. Apesar disso, Bruno de Carvalho já garantiu em várias entrevistas que a situação financeira do clube está completamente controlada e que, ao contrário do que indicam os últimos relatórios do clube, não tinha necessidade nenhuma de vender jogadores para conseguir cumprir com todos os seus compromissos salariais e possíveis dívidas a outras instituições, como é o caso do Fulham e do fundo “Doyen”.

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#Negócios #Futebol Internacional