Se realmente for confirmado o impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, mudanças drásticas poderão vir por aí, pelo menos no que diz respeito à reforma trabalhista que, assim como, a reforma da previdência deverá ser modificada visando equilibrar as contas públicas e diminuir o incrível rombo de mais de 170 bilhões apresentado pela equipe econômica do presidente interino, #Michel Temer.

Em relação à reforma trabalhista, a equipe de Temer está estudando a viabilidade da criação de dois novos tipos de contratos de trabalho. O contrato parcial e o intermitente. A grande “novidade” nessas duas novas formas de contrato que serão criadas será a diminuição da jornada de trabalho, que deverá ser menor que 44 horas de trabalho.

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Em meio a índices recordes de desemprego (11,6 milhões), a reforma trabalhista terá como objetivo principal, aumentar os postos de trabalho e diminuir o número de desempregados.

A principal diferença entre os dois novos tipos de contrato serão a regularidade com a qual ocorre o trabalho. O #Contrato de Trabalho parcial irá beneficiar estudantes e aposentados que estão em busca de um complemento na renda mensal, afirmam técnicos.

Já o contrato de trabalho intermitente poderá ser proposto pelo empregador, caso haja necessidade. Nessa modalidade serão beneficiados empresários que eventualmente necessitam de funcionários para a prestação de serviços, como no caso de donos de Buffet que eventualmente necessitam de garçons e cozinheiros para a realização de festas e eventos. Na nova modalidade, o posto de trabalho será regulamentado e o empresário somente terá os custos nos dias em que o trabalhador prestou serviços, nos dias que não prestou, ele não terá que arcar com custos.

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Contrato parcial de trabalho já existe na legislação, mas governo Temer quer aperfeiçoar legislação

Apesar de já existir na atual legislação brasileira, o contrato parcial de trabalho não é muito utilizado por empregadores. A alegação é que sua regulamentação é considerada ruim e prejudicial à lucratividade dos negócios. Por esses motivos, existe uma grande insegurança entre os empregadores em propor contratos parciais a novos trabalhadores.

Representantes sindicais já declaram que estão dispostos em discutir as novas mudanças. E garantiram que inicialmente lutarão para que seja garantido o pagamento de pelo menos, um salário mínimo nas novas modalidades de contratos de trabalho. #Desemprego