De  acordo com artigo publicado nesta segunda-feira, dia 15,  no site Valor Econômico, os sucessivos governos de Lula e Dilma Rousseff podem ser responsabilizados por um dos maiores prejuízos acumulados pelas empresas administradas pelo #Governo nos últimos 13 anos.  Este resultado foi divulgado a partir de estudo feitos pelo Instituto Teotônio Vilela e mostra que, durante a gestão petista no Palácio do Planalto, o prejuízo contabilizado pode ser superior a R$ 8 bilhões.

A criação de empresas que nunca deram lucro aos cofres públicos

Durante as gestões tanto de Dilma quanto de Lula, seu antecessor e padrinho político, a criação de novas empresas atingiu um número recorde de 41 novas estatais, no período de 2003 a 2015.

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O que mais chama a atenção nos resultados da pesquisa é que as estatais criadas na era petista nunca apresentaram um balanço financeiro positivo. Ou seja, sempre deram prejuízo.

Além do montante do prejuízo milionário, os gastos com despesas de pessoal chegaram a mais de R$ 5,5 bilhões. Nesta conta ainda não foi incluído os custos com as empresas que operam na área de finanças.

De acordo com o senador tucano José Aníbal (PSDB-SP), o #PT deu provas suficientes de que durante todo o tempo em que se manteve no poder, ele tentou sustentar a mentira de que era a favor do patrimônio da União e fez justamente o contrário.

Segundo o estudo, a gestão petista adotou a prática de centralização do controle e administração da economia pelas mãos do Estado. Este tipo de governo representou um custo bastante alto para a economia brasileira que atualmente sofre com as suas consequências.

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O estudo compara ainda a criação de estatais no período militar. Entre 1964 e 1985, foram criadas 47 empresas. Este número foi superior ao do período petista e os resultados para a economia brasileira foram bastante diferentes.

Os maiores prejuízos da economia brasileira criados nos governos petistas

Na lista das empresas que nunca deram lucro podemos citar as que são ligadas à Petrobras. São elas a de Biocombustível (PBio) e a Petroquímica Suape. Ambas sempre operaram em prejuízo e acumulam um prejuízo superior aos R$ 5 bilhões.

Na área de transportes, a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), que seria responsável pela construção do chamada trem-bala brasileiro caiu no esquecimento do governo. O estudo não apontou os dados sobre as finanças da estatal.

Ainda fazem parte da lista, a Amazul e a Ceitec. A primeira, criada em 2012, seria a responsável pela execução do projeto de construção do primeiro submarino nuclear a ser produzido em território brasileiro.  A segunda deveria construir os chamados chips de rastreamento de veículos no país e de rebanhos de bovinos na agricultura.

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São projetos que nunca saíram do papel, assim como os lucros esperados. Além destas, a Hemobrás, que seria a responsável pela produção de remédios a partir do plasma do sangue, além dos prejuízos, encabeça a lista das empresas investigadas por suspeitas de fraudes em licitações.

Diante deste quadro, tanto o governo atual quanto alguns parlamentares defendem a fusão, extinção e a possível privatização destas empresas. A equipe econômica de Michel Temer deverá discutir qual a real possibilidade de se iniciar as primeiras concessões a partir deste mês de agosto, durante a reunião que deverá discutir os investimentos do governo em parceria com demais empresas interessadas.  #Crise econômica