O presidente da Anatel, João Rezende, fazia parte da agência desde 2009 e, estava na presidência desde 2011.

De acordo com apurações feitas pela G1, Juarez Quadros, que é ex-ministro das Comunicações, deve ser indicado pelo #Governo de Temer como novo substituto de Rezende, tornando-se o novo presidente da Anatel.

Rezende sairá definitivamente da agência a partir de 29 de agosto. Ele ocupava o cargo de presidente, que iria até 6 de dezembro de 2016, e o cargo de conselheiro, que iria até 4 de novembro de 2018. A carta que decreta sua renúncia foi entregue ao ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, com endereçamento ao presidente em exercício, Michel Temer.

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João Rezende disse que a razão de sua renúncia se deve a motivos particulares. O mesmo está com novos projetos em mente.

Medidas de grande repercussão durante a presidência de Rezende

A decisão sobre o bloqueio temporário de vendas de chips das operadoras Claro, Oi e TIM, no ano de 2012, foi uma das medidas criadas pela Anatel que teve muitas reclamações dos clientes.

Ainda, em 2012, a Anatel deu início à oferta da banda-larga de quarta geração (4G) aqui no Brasil, através de um leilão.

Já em 2014, através de outro leilão parecido com o de 2012, a agência fez com que a oferta do 4G se expandisse mais ainda, com uma frequência de 700 MHz.

E, mais recentemente, uma notícia que deixou muitos brasileiros com medo e, ao mesmo tempo enfurecidos, foi que operadores de #Internet fixa iriam reduzir sua velocidade ou cortar o serviço de navegação prestado aos seus clientes, quando as suas franquias contratadas chegassem ao fim.

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A explicação de Rezende a respeito sobre o corte de serviços ou redução de velocidade da internet, após o término de sua franquia, foi que, além do preço elevado, a qualidade dos serviços prestados por empresas que oferecem serviços de banda-larga ilimitada poderiam ser reduzidos.

A Anatel aprovou uma media cautelar, em abril, que proíbe qualquer operadora decancelar o serviço ou reduzir a velocidade de banda-larga, após o término da mesma. Tal medida ainda encontra-se em vigor. #Michel Temer