Dados publicados na terça feira, dia 23, pela CNC (Confederação Nacional do Comércio) mostraram que, neste mês de agosto, a confiabilidade do comércio voltou novamente a crescer. É já o quarto mês seguido que a confiança sobe. Em comparação ao mês de julho, o mês de agosto teve uma alta de 1%.

A diminuição de vendas e o funcionamento do comércio, segundo o mesmo indicador, continua inferior do nível de indiferença, que é de 100 pontos. Porém, comparando com o mês de julho do ano passado (2015), a confiança subiu exatamente 9,4%.

Mesmo com o aumento das vendas, a atividade do comércio não demonstra previsão de recuperação em um curto período.

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O que continua deixando o consumo baixo são as condições atuais do mercado de trabalho, como o #Desemprego. Entretanto, segundo explicação por nota da economista da Confederação, Izis Ferreira, os varejistas possuem confiança positiva, logo após o indicador ter chegado a mínima histórica no final de 2015.

Foi no mês de agosto que a visão dos varejistas mudou em relação as condições atuais, quanto à economia (+13,7%), quanto a evolução do setor do comércio (+7,1%) e em relação ao comprometimento da empresa (+6,6%).

A quantidade de comerciantes que não avaliam as atuais condições como "boas" é bem menor, mas mantém-se em número elevado: aproximadamente 89% dos varejistas acharam que a economia só piorou neste final de semestre. Se formos observar este percentual em julho (91,9%), veremos que é mais baixo, assim como em dezembro do ano passado (95,7%), quando atingiu seu máximo histórico.

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Previsão para o PIB brasileiro

Com o #Governo atual tentando equilibrar a economia a qualquer custo, a previsão para o PIB chegou a uma rota de melhorias. Dados recolhidos pelo Banco Central mostram um cenário positivo para este ano e o também para 2017.

Previsões de analistas no Boletim Focus, no mês de abril, mostraram PIB de 0,20%, mas agora já registram uma alta de 1%. Em relação a 2016, acreditava-se que o PIB teria uma queda de 4%, mas agora, a previsão de queda é de apenas 3,60%. #Crise econômica