No dia 28 de julho, a Petrobrás transferiu sua cota do bloco de exploração BM-S-8 para a companhia #Statoil Brasil Óleo e Gás LTDA, depois que seu conselho administrativo aprovou a medida em reunião realizada no mesmo dia. Essa negociação mostra novamente a evolução do trabalho em conjunto das duas empresas no desenvolvimento de estratégias, e que previamente já tinham acordos de cooperatividade, visando o desenvolvimento tecnológico no ramo de E&P offshore.

#Petrobras tem como principal objetivo os campos com mais capacidade de produção e que sejam mais prováveis de retornar ganhos acendentes e escaláveis, no menor espaço de tempo possível.

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Essa estratégia levou a uma nova política de uniformização nas atividades, com a BR alienando seus ativos com menor probabilidade de retorno rápido. Com isso, a Petrobras vem conseguindo uma otimização na exploração do pré-sal no território nacional.

2 bilhões e 500 milhões foi o valor do ativo BM-S-8 que a Petrobras vendeu para a Statoil. O total começará sendo pago com uma entrada, que equivale a metade do valor, quando o contrato for fechado efetivamente. O que restará desse montante a ser pago será dividido em quotas, que serão associadas a acontecimentos posteriores. Uma delas seria o ocaso da unitização, o evento de Acordo de Individualização de Produção.

Esse ativo se encontra atualmente em operação pela Petrobras na Bacia de Santos. A estatal detém sessenta e seis por cento dela, seguido de suas parceiras Petrogal Brasil com quatorze por cento, e Queiroz Galvão e Barra Energia do Brasil Petróleo e Gás, com dez por cento cada uma.

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Nesse conjunto foi revelado um prospecto de exploração nomeado como Carcará.

Em complemento,  as duas companhias fazem transações a fim de confeccionar uma espécie de "acordo de entendimento", ao qual outros projetos de trabalho em conjunto sejam aferidos com metas em atividades estendidas.

Essas atividades operacionais celebrarão novas possibilidades para que haja parcerias com outras firmas, com know-how elevado e capacidade de injetar capital, que ajudem a intensificar o ramo de exploração de combustíveis fósseis de produção da gás no território brasileiro.

Essa negociação feita entre a BR e a Statoil é apenas uma dos demais planos 2015-2016 de desinvestir ativos não rentáveis da Petrobras e passá-los para parceiras com condições de "tocá-los", com a aprovação dos órgãos reguladores dessa indústria, como a ANP e o MME. #Empregos