Quando um cidadão vai até uma instituição financeira solicitar um empréstimo, a primeira providência antes da liberação do dinheiro é verificar se a pessoa tem o "nome negativado". O motivo é simples: se o sujeito não consegue pagar o que deve, como pode querer pedir mais dinheiro? Acontece que cada caso é um caso e, realmente, existem situações em que é preciso recorrer a um novo empréstimo. Estar com o nome negativado não significa necessariamente que você seja um mau pagador, pode ser apenas um momento difícil de sua vida.

Suponhamos que você fez um empréstimo para reformar sua casa, só que pouco depois acabou perdendo o emprego.

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Você terá dificuldade para quitar o débito, mas e se acontecer algo grave, por exemplo, a geladeira estragar, alguém da família adoecer, ou outra situação que precisa ser resolvida de forma urgente? Você não vai poder esperar resolver sua vida financeira para só então solucionar o problema. Há momentos na vida que pedem urgência e assim acontece com as pessoas que, mesmo estando com o nome negativado, podem precisar de uma nova ajuda. Há pessoas, inclusive, que utilizam o novo empréstimo para limpar o nome do SERASA, SPC e assim já vão resolvendo tudo de forma mais rápida. O importante é a pessoa ter um bom controle financeiro para não se complicar ainda mais.

O "Empréstimo Consignado" é a melhor forma de conseguir dinheiro, mesmo estando com o nome negativado. É uma modalidade onde o crédito é vinculado à folha de pagamento de quem solicita a ajuda.

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Pessoas que recebem aposentadoria e também os pensionistas do INSS encontram hoje no mercado grande facilidade de conseguir empréstimos assim. As instituições financeiras sabem que mensalmente a pessoa tem um valor a receber e as mensalidades serão descontadas diretamente na folha de pagamento; assim, não há como dar o calote.

Quem tem casa própria já quitada também pode conseguir empréstimo, mesmo estando com o nome negativado, pois é feita uma espécie de refinanciamento imobiliário. Só que a garantia será o próprio imóvel, ou seja, o risco é muito grande. Recorra a uma solução como esta somente em último caso.

Uma outra boa alternativa é usar o veículo, desde que ele esteja em seu nome e já quitado. O empréstimo financeiro com refinanciamento de veículo oferece menos risco, porque aí você poderá perder, no máximo, o seu carro.

Mas seja qual for a opção escolhida, é muito importante analisar muito bem o contrato, verificar a taxa de juro cobrada ao mês, anotar a sua renda mensal e não comprometer mais que 30% do seu salário. #Economia #Crise #Crise econômica