A #Petrobras irá divulgar, até o final de 2016, uma diminuição no preço dos combustíveis. De acordo com a constatação de João Borges, que faz parte da equipe editorial da Globo, a diminuição desses valores faz parte do estatuo da estatal.

Com finalidade de divulgar essa medida em sincronismo com uma gestão renovada de valores para os combustíveis fósseis, esse ato terá como regra o balanceamento do preço do mercado brasileiro com o mercado mundial.

Nos dia de hoje, a gasolina transacionada no nosso território chega a ser até trinta por cento mais caro do que os valores praticados mundo afora. Essas são as contas do contingente econômico que fica antenado nesse mercado.

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Em setembro do ano passado, foi divulgado um incremento nos valores dos combustíveis nas empresas de refino de 4% para o diesel e 6% para a gasolina.

Daí por diante,  a estatal vem conseguindo um bom patamar de lucratividade com a comercialização  dos combustíveis, viabilizando a recuperação de parte dos prejuízos na época em que a governança do país a forçou a preservar os valores retidos de maneira dissimulada.

Gestão de valores dos combustíveis

De início, fazer os preços ficarem competitivos com a do mercado internacional será o escopo desse projeto. O conselho gerencial da Petrobras já está preparando essas resoluções para se adequar a esse mercado.

Caso esse nova gestão realmente se firme, os valores vão passar a oscilar, tando de modo ascendente quanto decadente, que irá de acordo com a alternação do dólar e com a cotação do combustível no mercado mundial.

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Essa nova política de comercialização e estudo  de valores reduzidos para a gasolina e os demais derivados, tem como objetivo ser claro, público e atrair  empresas parceiras para entrada de capital no setor de refino, que tem como sua maioria a monopolização da BR. 

Essas parceiras envolveriam as empresas de refino que já estão em atividades, tal como os projetos não conclusos no momento.

Com essa nova política de valores claros e de investimentos de parceiras do setor privado, a gerência administrativa da BR crê que não haverá mais alterações de preços pelo governo, pois esses valores seriam alinhados pelo mercado. #Economia