As ações da #Netflix chegaram a subir 20% na bolsa de Nova Iorque, impulsionadas pelos resultados trimestrais, que superaram todas as expectativas. No terceiro trimestre, em termos homólogos, as receitas do serviço de vídeo via internet subiram 32%.

Os lucros dispararam 75%, mas os investidores celebram, sobretudo, a forte progressão do número de clientes.

No terceiro trimestre, a Netflix registrou 3,5 milhões de usuários novos em todo o mundo. Desse total, 370 mil vieram dos EUA, e os outros 3,2 milhões dos outros países, com os dois resultados superando as projeções dos analistas. A previsão para o quarto trimestre é de adição de mais 5,2 milhões de assinantes, chegando a quase 92 milhões de pessoas.

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Reed disse a investidores, após a divulgação dos resultados, que a Netflix será ainda mais lucrativa no ano que vem, dando mais gás para suas produções originais, como as séries “Stranger Things” e “Narcos”. O planejado é gastar US$ 6 bilhões com programação em 2017, um incremento de 20%.

O objetivo da Netflix é ter, dentro dos próximos anos, um catálogo em que, pelo menos, metade das produções disponíveis tenha o selo de “Original”.

David Wells, diretor financeiro da empresa, disse à Variety nesta semana que a Netflix percorreu um terço de metade do caminho necessário para atingir seu objetivo, mas não informou até quando pretende ter 50% do catálogo preenchido por conteúdo próprio.

Grandes produções da empresa acumulam legiões de fãs, como House of Cards, Orange is the New Black, Better Call Saul, Demolidor, apenas para citar os primeiros que vêm à mente.

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Para 2016, a empresa planeja 31 séries originais, totalizando mais de 600 horas de conteúdo. Além de séries, a Netflix também está investindo em filmes originais.

A empresa pretende aumentar os investimentos em produções originais em mais de US$ 6 bilhões em 2017 (foram US$ 5 bilhões em 2016).

Nos últimos anos, a Netflix cresceu para mais de 130 mercados no mundo, incluindo a maior parte dos países, com exceção da China.

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