Além do alerta ao endividamento brasileiro, o relatório Monitor Fiscal, do Fundo Monetário Internacional (#FMI), também alertou para o tamanho total da dívida mundial. Segundo o documento, o endividamento dos setores não-financeiros chegou ao recorde de US$ 152 trilhões em 2015, valor que corresponde a 225% do Produto Interno Bruto anual de todo o planeta.

Da dívida total, o setor privado é responsável por US$ 100 trilhões, ou dois terços. Já o setor público, apesar de corresponder a uma parte menor do endividamento global, também merece atenção do fundo, já que teve um aumento de 70% para 85% do PIB mundial nos últimos 15 anos.

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Essa situação, segundo o Monitor Fiscal, agrava a #Recessão e faz com que ela se prolongue por mais tempo do que deveria.

Para o diretor do FMI, Vitor Gaspar, responsável pela área de Assuntos Fiscais da instituição, os governos podem tomar medidas fiscais a fim de contribuir com a redução das dívidas do setor público e do setor privado. Nesse sentido, Gaspar prega que haja uma política para a #Economia a longo prazo de maneira abrangente e coordenada, relacionando ações estruturais, fiscais e monetárias.