A #Crise econômica brasileira ainda está em vigor e assustando muita gente. Apesar da economia brasileira ter dado sinais de leve melhora, com alguns produtos baixando os preços no mercado, os estados e municípios ainda sofrem com o rombo nos cofres públicos e a falta de recursos para cumprir com todas as obrigações listadas na folha de pagamentos.

Nesse fim de semana, o Estado de S. Paulo revelou os problemas que muitos brasileiros ainda terão de enfrentar nos últimos 80 dias do ano. Os estados do Rio Grande do Sul, Sergipe, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Roraima e até a unidade federativa brasileira, o Distrito Federal, admitiram que enfrentarão problemas para conseguir pagar o 13º salário de mais de 2 milhões de servidores.

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Além disso, os governos desses estados ainda não definiram como e quando conseguirão efetuar os pagamentos, que por regra, devem começar a ser pagos em algumas semanas.

Há estados que não conseguirão pagar o 13º esse ano, mesmo que o Tesouro Nacional os ajude financeiramente. No caso de algum estado ficar sem pagar o 13º salário dos funcionários, este poderá ser parcelado, como o governo federal fez com os aposentados no ano passado, ou pagos no próximo ano, haja vista que o problema econômico é nacional e não de um governo, especificamente.

Apesar da crise, o estado de São Paulo é o único que, segundo as informações oficiais do governo, não corre nenhum risco de deixar de pagar os servidores, uma vez que o estado é o maior arrecadador do Brasil. Entretanto, nada impede que governos municipais paulistas tenham problemas do mesmo tipo.

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A crise evidenciada pela publicação, foca somente em servidores do estado, não abrangendo funcionários dos mais cinco mil municípios brasileiros.

Para conseguir cumprir com os pagamentos e ter dinheiro suficiente para depositar o 13º de todos os servidores de todos os cargos e hierarquias públicas, os estados mais afetados com a crise contam com a ajuda federal e com uma melhora urgente, ainda que pequena, da economia local, pois isso aumentaria a arrecadação dos cofres públicos. A maior arrecadação do mercado prevista ainda para esse ano é só no final de novembro, quando acontecerá a Black Friday, e depois nas três primeiras semanas de dezembro, por conta das compras natalinas. #Servidores Públicos #Crise no Brasil