A crise está grave e disso boa parte da população já sabe. Com o desemprego beirando os doze milhões de pessoas, os poucos que trabalham podem ficar sem um #Dinheiro esperado no fim do ano, o décimo terceiro salário. De acordo com informações do site da Revista Veja, em reportagem publicada neste sábado, 08, a grave crise fiscal fez com que vários governos estaduais decidissem confessar que estão "mau das pernas". Agora eles dizem mais, que podem ficar sem pagar o décimo terceiro, ou pelo menos ter grande dificuldade de honrar este pagamento. Ao todo, mais de dois milhões de servidores em vinte e quatro unidades da federação estariam afetados por essa possibilidade. 

A falta de dinheiro dos governos também acaba reverberando também para algumas empresas, que se sentem ameaçadas com a possibilidade de não terem seus pagamentos concluídos.

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Boa parte dos serviços empregados hoje pelos governos são terceirizados. Os estados admitem que existe falta de caixa para fazer a efetuação de todos os pagamentos. Muitos podem fazer que nem o Rio de Janeiro, fazendo essa honraria aos poucos. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima seriam justamente os mais prejudicados pela crise. 

Os estados do Rio Grande do Sul e o do Rio de Janeiro seriam aqueles que estariam mais "quebrados". Já se fala que mesmo com a ajuda do governo federal, conseguir pagar todo mundo pode se tornar um problema. A economia dá sinais de melhoras nessa reta final. Além de uma animação dos empresários, os meses finais do ano costumam ser de maior arrecadação, por conta das festividades. No entanto, nem a alegria do Natal parece levar sorrisos aos governantes, que estão de cabeça inchada em como resolver essa pendenga. 

“Não temos nada definido sobre o pagamento do 13.º.

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Há um longo caminho ainda até o dia 20 de dezembro (prazo para o depósito). Não podemos garantir nada”, falou à Veja um dos representantes da secretaria de fazenda do Rio Grande do Sul. Enquanto isso, os servidores já protestam nas redes sociais.  #Negócios