A #Petrobras, aos poucos, volta a se recuperar de sua pior crise. Atualmente, chegou ao patamar de segunda maior empresa de capital aberto do país, totalizando valor de mercado de quase R$ 212 bilhões.

Segundo a Economatica, desde janeiro até o dia 7 de outubro, a Petrobras se valorizou mais de R$ 110 bilhões, sendo a terceira maior valorização da empresa. A sua maior valorização aconteceu em 2007, época que o Brasil gozava de excelente #Economia. Na época, a valorização da estatal foi de mais de R$ 201 bilhões. Para a Economatica, em 2016, a Petrobras teve o seu maior crescimento da história.

A primeira colocada do ranking revelado nessa semana é a Ambev, que, com um valor de mercado de R$ 307,53 bilhões, tornou-se a maior empresa da América Latina e maior capital Aberto do Brasil.

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Abaixo da estatal do petróleo, está a empresa ItauUnibanco, que vale no mercado R$ 211,61 bilhões, apontando também grande crescimento no período de um ano, quando, em junho de 2015, valia R$ 185,44 bilhões no mercado.

Quanto aos dados que colocaram a Petrobras em um lugar confortável no ranking de mercado, a empresa avisou que não irá comentar o assunto. A tendência é que o crescimento da estatal continue, uma vez que a economia nacional tem dado alguns sinais de melhora, de forma que algumas capitais já percebem a redução no preço de alguns produtos no supermercado, como o leite e seus derivados, bem como legumes que outrora haviam elevado o valor em mais de 100%, como a batata, a cebola e o tomate.

Mesmo com crescimento, Petrobras ainda vive fase delicada

Apesar do crescimento, a Petrobras ainda não se recuperou dos rombos causados pelos esquemas de corrupção investigados pela Força Tarefa da polícia federal, na operação Lava Jato.

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Recentemente, o MPF (Ministério Público Federal), denunciou vários envolvidos com o esquema e apontou o ex-presidente da República, Luíz Inácio Lula da Silva, como o chefe da corrupção da estatal. O MPF ainda afirmou que o ‘#Petrolão’ era apenas uma parte de um esquema de corrupção muito maior.

A Petrobras ainda opera com cautela e não está fora dos riscos de um ano atrás, mas com os resultados pode respirar mais aliviada e se motivar para um último trimestre do ano, muito mais animador do que o de 2015.