Nesta última quarta-feira (23), o estado do Rio Grande do Sul decretou estado de calamidade financeira. O governador José Ivo Sartori (PMDB) concedeu uma entrevista e avaliou que a população e os servidores públicos deverão ser "solidários" com a situação de crise, que desde 2015 vem transparecendo suas dificuldades financeiras. Para tentar reverter o caso, um pacote apresentado pelo governador prevê R$ 6,7 milhões de economias, é uma medida de corte de gastos.

Sartori foi bem claro quando disse que não há garantia para o pagamento do 13.° salário dos servidores públicos, o governador também declarou que, dentre 45 anos, apenas durante 7 anos é que as despesas conseguiram ser menores que a arrecadação.

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Ele também frisa que se não estivesse mostrando com transparência as contas, em 2018 o déficit do estado poderia chegar em R$ 25 bilhões. O governo federal foi cobrado para ajudar em despesas, como na área social e segurança.

Outros estados

Após o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul apresentarem estado de calamidade, o próximo estado que prevê uma quebra é Minas Gerais. Especialista dizem que se compararmos os três #Estados pelos números, Minas é indicada como a "próxima vítima". Em 2015, MG tinha arrecadado R$ 50,2 bilhões, porém suas despesas somaram o valor de R$ 102,6 bilhões, em apenas dois anos o estado conseguiu crescer apenas 19% da receita e subir 30% das #Dívidas.

Segundo dados do relatório do Tesouro Nacional, que tem o objetivo de dar notas aos estados que tiveram capacidade com seus compromissos, os três estados apresentaram a pior nota; isso é mais uma prova que Minas poderá quebrar em breve.

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Além de Minas, há outros estados com notas "ameaçadoras", como o estado de Goiás que apresentou notas baixa, seguido de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Alagoas.

A Secretaria da Fazenda de Minas Gerais foi procurada para se pronunciar sobre a situação, mas foi informado que o secretário não poderia falar, pois estaria em uma reunião com o presidente Michel Temer e outros governantes para discutir as dívidas. #Calamidade pública